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Mercados Chineses Fecham em Baixa com Investidores Avaliando Recuperação Econômica

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Nesta terça-feira, as ações chinesas encerraram o dia em queda, enquanto as ações de Hong Kong registraram alta. Investidores estão atentos à recuperação econômica doméstica e aguardam sinais de novos estímulos. A fraqueza nas ações asiáticas foi exacerbada pelo fortalecimento do dólar, impulsionado pelo aumento nos rendimentos dos Treasuries, em meio à especulação sobre uma possível segunda presidência de Donald Trump nos Estados Unidos.

Uma pesquisa do setor privado, divulgada na segunda-feira, mostrou que a atividade industrial na China cresceu no ritmo mais rápido em mais de três anos. No entanto, dados oficiais do PMI, publicados no domingo, indicaram um declínio na atividade do setor.

Os investidores estão de olho na Terceira Plenária, prevista para este mês, que se concentrará em políticas destinadas a aprofundar as reformas e promover a modernização da China.

No fechamento, o índice de Xangai registrou uma leve alta de 0,08%, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,18%. O índice Hang Seng de Hong Kong avançou 0,29%.

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Em outros mercados asiáticos, o índice Nikkei de Tóquio subiu 1,12%, alcançando 40.074 pontos. Em Seul, o índice KOSPI recuou 0,84%, fechando em 2.780 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX registrou uma baixa de 0,78%, terminando o dia em 22.879 pontos.

Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES subiu 0,88%, atingindo 3.367 pontos. Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,42%, encerrando em 7.718 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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