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Mercado de soja em Chicago mantém estabilidade após semana de intensa volatilidade

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Nesta sexta-feira (15), os futuros da soja apresentam estabilidade na Bolsa de Chicago, após uma semana marcada por intensa volatilidade. Por volta das 7h40 (horário de Brasília), os contratos para janeiro registram um leve aumento de 0,25 ponto, atingindo US$ 13,14, enquanto os contratos para maio têm uma pequena queda de 0,25 ponto, alcançando US$ 13,44 por bushel. O cenário se estabiliza também para o farelo e o óleo.

O mercado permanece atento às condições climáticas na América do Sul, dividindo-se entre as previsões de tempo seco e quente no Centro-Norte do Brasil, chuvas excessivas no Sul do país e algumas irregularidades na Argentina. Relatos recentes do campo indicam problemas mais graves, principalmente no Brasil.

Além das questões climáticas, as atenções do mercado estiveram focadas ao longo da semana nas mudanças no quadro econômico argentino. Eduardo Vanin, analista de mercado da Agrinvest Commodities, destaca a incerteza sobre a quantidade restante da safra velha argentina disponível para venda, estimando cerca de sete milhões de toneladas, parte das quais nas mãos das processadoras.

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Outro ponto de destaque é o comportamento da demanda. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) anunciou ontem a venda de 400 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Especula-se no mercado que essa venda seja destinada à China, que tem realizado significativas compras no mercado americano nas últimas semanas. O mercado permanece atento aos desenvolvimentos, buscando compreender as nuances que moldam o cenário atual da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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