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Mercado de soja em Chicago mantém cautela à espera de novas notícias

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O mercado de soja na Bolsa de Chicago iniciou a quarta-feira (24) em leve queda, refletindo a cautela dos investidores enquanto aguardam informações mais consistentes para orientar as negociações. Por volta das 7h30 (horário de Brasília), as quedas variavam entre 1 e 2,75 pontos nos contratos mais negociados, com o contrato de maio a US$ 11,67 por bushel e o de julho a US$ 11,81 por bushel.

Apesar das oscilações negativas, o mercado segue em busca de uma direção mais definida. Diversos fatores contribuem para a atual pressão sobre as cotações, incluindo o ritmo das exportações norte-americanas, a forte concorrência brasileira, a demanda global e as condições climáticas no Meio-Oeste dos Estados Unidos.

Nos Estados Unidos, o plantio está em pleno andamento, atingindo cerca de 8% da área total. As condições até agora são favoráveis para o desenvolvimento do plantio, mas o mercado permanece atento às previsões climáticas mais recentes para garantir a continuidade do trabalho nos campos.

No lado da demanda, a atenção está focada na soja brasileira, cujos prêmios atingiram os níveis mais altos da temporada. Essa forte presença brasileira no mercado global, somada ao desempenho mais fraco das exportações norte-americanas, contribui para a pressão sobre as cotações em Chicago.

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O mercado de soja em Chicago segue atento a uma variedade de fatores que podem alterar sua trajetória, aguardando notícias e eventos que possam trazer maior clareza e estabilidade aos preços. O cenário atual, no entanto, reflete uma dinâmica de expectativa enquanto todos os olhos estão voltados para as próximas notícias que possam impactar o setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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