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Desempenho exportador das carnes nas duas primeiras semanas de agosto

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Mesmo contando com um dia útil a menos que agosto de 2023, o mês corrente sinaliza bons resultados nas exportações das carnes bovina, suína e de frango.

Sem representar novidade, o melhor desempenho deve continuar com a carne bovina, cujos embarques nos sete primeiros dias úteis de agosto registraram – pela média diária – aumento de 26,5% em relação ao que foi exportado no mesmo mês do ano passado. A carne de frango vem a seguir, com 18,6%, ficando por último a carne suína, com aumento de 5%.

Embora registre a menor evolução, a carne suína apresenta vantagem que as outras duas carnes ainda não conseguiram: um preço médio superior ao de agosto de 2023, ocorrência registrada pela primeira vez nos últimos 12 meses e que, tudo indica, deve ter continuidade pelo resto do ano.

Já as carnes bovina e de frango seguem com preço médio negativo em relação ao mesmo mês do ano passado. Mas enquanto a carne bovina reduziu a defasagem existente (para menos de 2%), a carne de frango, que sofreu nova queda no preço, registra agora retração anual de quase 5%. Havia fechado julho com uma redução de 2,8%.

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Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de café avança para 15,8% na área da Cooxupé, mas chuvas desaceleram trabalhos no campo

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A colheita da safra de café 2026 dos cooperados da Cooxupé atingiu 15,8% da área cultivada até o dia 14 de junho, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira pela cooperativa. O índice reflete o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras atendidas pela instituição, embora as chuvas registradas nas últimas semanas tenham provocado atrasos em algumas localidades.

Considerada a maior cooperativa de cafeicultores do mundo, a Cooxupé reúne mais de 22 mil produtores distribuídos por mais de 370 municípios das regiões Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e Média Mogiana Paulista, formando uma das principais áreas produtoras de café arábica do Brasil.

Sul de Minas lidera volume colhido

A principal região produtora dentro da área de atuação da cooperativa, o Sul de Minas, alcançou 19,1% da colheita concluída até a primeira quinzena de junho. O desempenho reflete o início mais intenso dos trabalhos nas lavouras, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis registradas durante parte do período de maturação dos frutos.

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Nas Matas de Minas, o avanço chegou a 20%, enquanto a região da Média Mogiana, em São Paulo, apresentou o maior percentual entre as áreas monitoradas, com 21,5% da safra já colhida.

Já o Cerrado Mineiro registra ritmo mais lento, com 8,8% da área colhida até o momento, refletindo características próprias do calendário de maturação das lavouras e da logística de colheita na região.

Chuvas recentes provocam atraso nos trabalhos

Embora a Cooxupé não tenha divulgado comparação com o mesmo período do ano anterior, relatos de campo apontam que as chuvas registradas recentemente contribuíram para desacelerar o ritmo da colheita em algumas áreas produtoras.

A precipitação durante o período de colheita costuma exigir maior cautela dos cafeicultores, tanto para preservar a qualidade dos grãos quanto para evitar perdas operacionais e dificuldades no processo de secagem.

Mercado acompanha evolução da safra brasileira

O avanço da colheita é acompanhado de perto pelo mercado nacional e internacional de café, uma vez que o Brasil permanece como maior produtor e exportador mundial da commodity.

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A evolução dos trabalhos nas regiões atendidas pela Cooxupé é considerada um importante termômetro da safra brasileira, influenciando expectativas sobre oferta, qualidade dos grãos e comportamento dos preços nos próximos meses.

Com o pico da colheita se aproximando, produtores seguem monitorando as condições climáticas e o desenvolvimento das operações, fatores que serão determinantes para o resultado final da safra e para o desempenho das exportações brasileiras de café em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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