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Mercado de Milho Começa Quarta-feira com Preços Futuros Estáveis

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Nesta quarta-feira, 14 de agosto, o mercado de milho iniciou o dia com os preços futuros apresentando pouca variação na Bolsa Brasileira (B3). Às 10h21 (horário de Brasília), os principais contratos oscilavam entre R$ 59,89 e R$ 68,25.

Os contratos com vencimento em setembro de 2024 estavam cotados a R$ 59,89, registrando uma leve queda de 0,10%. Para novembro de 2024, o preço era de R$ 63,13, com uma redução de 0,39%. O contrato para janeiro de 2025 apresentava uma leve alta de 0,11%, sendo negociado a R$ 66,27. Por fim, o contrato com vencimento em março de 2025 subiu 0,18%, alcançando R$ 68,25.

Movimentação no Mercado Externo

Na Bolsa de Chicago (CBOT), o mercado futuro do milho observou uma desvalorização por volta das 9h44 (horário de Brasília). O contrato de setembro de 2024 foi cotado a US$ 3,77, com uma queda de 0,75 pontos. O vencimento para dezembro de 2024 estava a US$ 3,96, também apresentando uma redução de 0,75 pontos. Para março de 2025, o valor era de US$ 4,14, com perda de 0,75 pontos, e o contrato de maio de 2025 registrou uma leve queda de 0,25 pontos, sendo negociado a US$ 4,25.

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Conforme relatado pelo site internacional Successful Farming, o milho em Chicago teve variações limitadas, mas foi influenciado pela tendência negativa do trigo, que sofreu os impactos do avanço da colheita nos Estados Unidos e do aumento da produção na Ucrânia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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