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Mercado de Café: Queda no Preço do Robusta Marca Início da Semana

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Nesta segunda-feira (02), o mercado de café em Londres iniciou a semana com uma tendência de baixa, refletindo preocupações climáticas que afetam a produção global. Segundo o Escritório Carvalhaes, as condições meteorológicas adversas continuam a impactar as principais regiões cafeeiras do mundo. No Brasil, a severa seca no sudeste já compromete a formação da safra de 2025, com a falta de chuvas significativas ameaçando a florada dos cafezais.

Por volta das 9h10 (horário de Brasília), o robusta apresentou uma queda de 4,79% nas negociações futuras. O contrato de novembro/24 recuou US$ 239, cotado a US$ 4.709 por tonelada. O contrato de janeiro/25 caiu US$ 224, fixando-se em US$ 4.505 por tonelada, enquanto o de março/25 teve uma redução de US$ 228, chegando a US$ 4.501 por tonelada.

A Bolsa de Nova York, por sua vez, não operou nesta segunda-feira devido ao Feriado do Trabalho nos Estados Unidos. Assim, os preços do café arábica permaneceram inalterados em relação ao fechamento da última sexta-feira (30). Naquela sessão, o contrato de dezembro/24 registrou uma desvalorização de 355 pontos, com o preço fixado em 244,05 cents/lbp. O contrato de março/25 sofreu uma queda de 310 pontos, cotado a 242,10 cents/lbp, e o contrato de maio/25 recuou 295 pontos, sendo negociado por 239,85 cents/lbp. As negociações na Bolsa de Nova York serão retomadas na noite de hoje, às 21h (horário de Brasília).

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de arroz cai no Brasil e acende alerta no setor

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O consumo de arroz no Brasil vem passando por transformações relevantes nas últimas décadas, refletindo mudanças no comportamento alimentar da população e nas exigências do consumidor moderno. Embora o grão continue presente na rotina dos brasileiros, ele perdeu espaço e protagonismo na dieta diária, o que preocupa o setor.

A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, ao analisar a queda no consumo per capita do alimento ao longo do tempo.

Consumo per capita de arroz registra queda significativa

De acordo com dados apresentados na análise, o consumo anual de arroz no país caiu de cerca de 45 quilos por pessoa para menos de 30 quilos ao longo de aproximadamente 40 anos.

Mais do que uma simples redução numérica, essa mudança indica uma transformação na percepção do consumidor em relação ao produto, que deixou de ocupar uma posição central na alimentação cotidiana.

Mudança no perfil do consumidor impacta demanda

O avanço de novos hábitos alimentares tem influenciado diretamente o consumo de arroz. Produtos que oferecem praticidade, apelo à saudabilidade e diferenciação ganharam espaço no mercado, atendendo a um consumidor mais exigente e informado.

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Nesse contexto, o arroz manteve, em grande parte, uma imagem tradicional, com menor adaptação às novas demandas. Essa falta de reposicionamento contribuiu para a perda de relevância frente a alimentos que dialogam melhor com as tendências atuais.

Arroz segue presente, mas perde protagonismo

Apesar da redução no consumo, o arroz continua sendo um item importante na mesa dos brasileiros. No entanto, sua participação já não é tão dominante quanto no passado.

Outros produtos passaram a ocupar espaço ao oferecer conveniência e inovação, atributos cada vez mais valorizados pelo consumidor contemporâneo.

Setor enfrenta desafio de reconquistar o consumidor

Diante desse cenário, a cadeia produtiva do arroz enfrenta o desafio de se aproximar mais do consumidor final. A discussão vai além do aumento da oferta e envolve a necessidade de revisar estratégias de comunicação, posicionamento e inovação.

A análise indica que reconquistar a preferência do consumidor será essencial para recuperar relevância no mercado.

Competitividade exige adaptação contínua

Em um ambiente cada vez mais competitivo e dinâmico, o protagonismo de um produto não é garantido. Ele precisa ser construído continuamente, acompanhando as mudanças no comportamento alimentar e as novas exigências do mercado.

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Para o setor de arroz, o momento exige adaptação e reposicionamento estratégico, com foco em atender às expectativas de um consumidor mais atento à praticidade, à qualidade e à informação sobre o que consome.

A tendência observada reforça a necessidade de evolução do setor, que precisará investir em inovação e comunicação para manter o arroz competitivo e relevante no cenário alimentar brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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