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Mercado de café: Abertura sem variações na bolsa de NY, enquanto Londres registra leves altas

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O mercado futuro do café arábica iniciou a sexta-feira (12) sem alterações significativas nos preços na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Apesar da falta de grandes novidades, as incertezas continuam a contribuir para a volatilidade do mercado.

Analistas consultados pelo Notícias Agrícolas destacam a importância de os produtores permanecerem atentos aos preços, pois ainda há potenciais oportunidades, como as observadas no final do período em que os preços avançaram para 200 cents/lbp.

A chegada das chuvas às regiões produtoras de café no Brasil é vista como necessária e bem-vinda, porém, análises indicam que danos às safras de 2024 e 2025 já ocorreram. A quantidade adequada de chuvas pode evitar perdas ainda maiores para os cafeicultores, conforme ressaltado pela última análise do Escritório Carvalhaes.

Por volta das 09h18 (horário de Brasília), os contratos para março/24 registravam alta de 25 pontos, sendo negociados a 184,30 cents/lbp. Maio/24 apresentava um aumento de 10 pontos, cotado a 181,10 cents/lbp, enquanto julho/24 tinha uma valorização de 25 pontos, atingindo 181,30 cents/lbp. Setembro/24 apresentava alta de 15 pontos, cotado a 181,85 cents/lbp.

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Em Londres, o café do tipo conilon também registrava avanços durante a manhã. Março/24 apresentava alta de US$ 31 por tonelada, sendo negociado a US$ 2969. Maio/24 registrava uma valorização de US$ 26 por tonelada, cotado a US$ 2859, enquanto julho/24 apresentava alta de US$ 26 por tonelada, atingindo US$ 2780. Setembro/24 tinha uma valorização de US$ 8 por tonelada, sendo negociado a US$ 2708.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de milho para silagem recua no Rio Grande do Sul após impactos climáticos na safra 2025/26

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A safra de milho destinada à produção de silagem no Rio Grande do Sul encerra o ciclo 2025/26 com redução na produtividade e no volume colhido. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a colheita já ultrapassa 99% da área cultivada no estado, consolidando um cenário marcado pelos impactos das adversidades climáticas ao longo da temporada.

De acordo com a entidade, as geadas registradas durante o ciclo produtivo comprometeram parte das lavouras implantadas mais tardiamente. Muitas dessas áreas, inicialmente planejadas para a produção de grãos, foram redirecionadas para a ensilagem diante da perda de potencial produtivo e da inviabilidade de completar adequadamente o ciclo para colheita de grãos.

Geadas alteraram o destino das lavouras

A mudança de estratégia permitiu aos produtores aproveitar a biomassa disponível e reduzir parte dos prejuízos causados pelas baixas temperaturas.

Segundo a Emater/RS-Ascar, o redirecionamento das áreas para a produção de silagem foi uma alternativa para preservar valor econômico das lavouras afetadas, garantindo o abastecimento de alimento para os rebanhos e minimizando perdas na atividade pecuária.

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Produtividade fica abaixo da estimativa inicial

A produtividade média estadual foi revisada para 36.878 quilos por hectare, resultado que representa queda de 3,8% em relação à projeção inicial de 38.338 quilos por hectare, divulgada no período de plantio.

O desempenho reflete os efeitos das condições climáticas adversas registradas ao longo da safra, que impactaram diretamente o desenvolvimento das plantas e o potencial produtivo das lavouras.

Área cultivada também apresenta redução

A área efetivamente cultivada com milho para silagem no Rio Grande do Sul totalizou 349.085 hectares, segundo dados do IBGE.

O número representa retração de 2% em comparação à safra 2024/25, quando foram cultivados 356.300 hectares.

A redução da área, somada à menor produtividade observada durante o ciclo, contribuiu para a diminuição do volume final produzido no estado.

Produção estadual recua em relação à safra anterior

Com os ajustes realizados ao longo do acompanhamento da safra, a produção gaúcha de milho para silagem foi estimada em 12,87 milhões de toneladas.

O resultado é 0,7% inferior ao registrado na temporada anterior, quando a colheita alcançou 12,96 milhões de toneladas.

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Na comparação com a previsão inicial para a safra 2025/26, que indicava potencial de 14,03 milhões de toneladas, a redução chega a 8,3%.

Clima foi principal fator de impacto

A revisão das estimativas confirma que os eventos climáticos tiveram influência decisiva sobre o desempenho da cultura no estado. Além das geadas, as oscilações climáticas observadas ao longo do ciclo limitaram o rendimento das lavouras e reduziram o potencial produtivo inicialmente projetado.

Mesmo diante dos desafios, a rápida adaptação dos produtores permitiu o aproveitamento de parte das áreas afetadas, garantindo oferta de silagem para a pecuária gaúcha e reduzindo os impactos econômicos da safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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