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McDonald’s Reforça Transparência e Revela Origem do Hambúrguer em Série Especial

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O McDonald’s tem sido alvo de rumores variados ao longo dos anos, com boatos que sugeriam ingredientes inusitados em seus hambúrgueres, de carne de minhoca a carne de cachorro. A origem desses rumores remonta aos anos 1980, quando uma visita de jornalistas a uma fábrica da rede resultou em uma comparação da carne moída com o formato de uma minhoca — um comentário que se transformou em uma das primeiras “fake news” sobre a empresa. Com o passar do tempo, surgiram alegações ainda mais extremas, incluindo teorias de que o FBI teria encontrado restos humanos entre os fornecedores do McDonald’s, uma afirmação jamais comprovada.

Para desmentir esses mitos e fortalecer a confiança em sua cadeia produtiva, o McDonald’s vem investindo em ações voltadas à transparência. No Brasil, a Arcos Dorados, operadora da marca na América Latina, lançou a websérie “Do campo à mesa: qualidade que inspira”, que explora a origem e a qualidade de seus principais ingredientes: carne, alface e café. Dividida em três episódios filmados nas fazendas e fábricas dos principais fornecedores, a série revela o compromisso da rede com a segurança e a rastreabilidade dos produtos.

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O episódio sobre o café, gravado na Fazenda Rio Brilhante, em Coromandel (MG), leva o espectador desde a colheita até os testes de qualidade do café 100% arábica, que é servido nos McCafés. O episódio dedicado à alface mostra o processo de cultivo e processamento realizado pelo Grupo JFC, em Sumidouro (RJ), onde o vegetal é colhido, sanitizado e embalado após um ciclo de 90 dias de crescimento. Já a carne bovina, utilizada em sanduíches icônicos como o Big Mac, é proveniente de fazendas como a São José, em Quintana (SP), e passa por rigorosos controles de qualidade na fábrica da Marfrig, a maior produtora de hambúrgueres do mundo, localizada em Bataguassu (MS).

A série também destaca o compromisso socioambiental do McDonald’s, que inclui práticas sustentáveis na produção de seus ingredientes. O café da rede possui certificação Rainforest Alliance, enquanto a alface é auditada pelo programa Grasp, que garante responsabilidade social nas plantações. A carne bovina segue uma política de compras que não contribui para o desmatamento, sendo monitorada por satélite e 100% rastreável desde 2020.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agricultura familiar garante mais de 4 toneladas de alimentos para famílias atendidas na Semana do Migrante

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A Secretaria Municipal de Agricultura contribuiu para fortalecer as ações de segurança alimentar da 41ª Semana do Migrante, realizada pelo Centro Pastoral para Migrantes (CPM), em Cuiabá, por meio do apoio logístico ao transporte de alimentos produzidos pela agricultura familiar. A iniciativa possibilitou a entrega de mais de quatro toneladas de frutas, verduras e hortaliças destinadas às famílias migrantes em situação de vulnerabilidade social atendidas pela instituição.

Celebrada nacionalmente entre os dias 14 e 21 de junho, a Semana do Migrante tem como tema neste ano “Migração e Moradia: Eu não tenho onde morar”. Em Cuiabá, a programação reúne diversos órgãos públicos e entidades parceiras para oferecer serviços de cidadania, inclusão social, orientação profissional, assistência social, saúde e segurança alimentar.

A participação da Secretaria Municipal de Agricultura ocorreu por meio da articulação entre produtores da agricultura familiar, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Centro Pastoral para Migrantes, garantindo o escoamento da produção e a chegada dos alimentos às famílias beneficiadas por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Segundo o secretário municipal de Agricultura, Vicente Falcão, o apoio logístico atende a uma orientação da gestão municipal para fortalecer as políticas públicas de segurança alimentar e dar suporte aos pequenos produtores rurais.

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“O apoio logístico aos produtores da agricultura familiar na Semana do Migrante atende a uma orientação do prefeito Abilio Brunini. Muitas comunidades ficam distantes e os produtores não possuem transporte próprio. A Secretaria de Agricultura está à disposição para garantir a entrega das mercadorias em programas como o PAA e o PNAE, fortalecendo as políticas de segurança alimentar”, afirmou.

O secretário destacou ainda que diversas comunidades rurais, localizadas entre 30 e 50 quilômetros da área urbana, dependem desse suporte para comercializar sua produção.

“Nossa preocupação é garantir condições para que esses agricultores possam entregar seus produtos. É gratificante ver a agricultura familiar produzindo e contribuindo diretamente para ações de segurança alimentar”, acrescentou.

De acordo com o coordenador das Feiras da Secretaria Municipal de Agricultura, Luís Alberto Rodrigues Leite, cerca de três toneladas de alimentos foram fornecidas por produtores vinculados à Associação Maria Terra, formada por 25 mulheres agricultoras das comunidades Terra Vermelha, Pai Joaquim, Serra das Laranjeiras, Casulo, Bocaival, Monjolo e região dos distritos da Guia e do Águaçu.

Além desse volume, mais de uma tonelada de alimentos foi entregue por produtoras da comunidade Serra das Laranjeiras, também participantes do projeto Maria Terra. Entre os produtos destinados à ação estão mandioca, mamão, limão, quiabo, jiló, alface e cebolinha.

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Segundo Luís Alberto, o trabalho da Secretaria consistiu em disponibilizar veículos e organizar a logística necessária para buscar os alimentos nas comunidades rurais e transportá-los até o Centro Pastoral para Migrantes.

“O nosso apoio fortalece os produtores porque, sem essa estrutura, eles teriam custos adicionais com frete, reduzindo sua renda. A Secretaria realiza as viagens necessárias para garantir que a produção chegue ao destino e cumpra sua finalidade social”, explicou.

O coordenador informou ainda que novas entregas estão programadas até o fim do mês, ampliando o alcance da ação e reforçando o atendimento às famílias assistidas pelo Centro Pastoral para Migrantes.

Coordenador da Semana do Migrante e diretor do Centro Pastoral para Migrantes, o padre Mauro Verzeletti já havia destacado a importância da atuação conjunta entre instituições públicas e entidades da sociedade civil para atender a população migrante que vive em Mato Grosso. Segundo ele, o Centro Pastoral acolheu mais de 1.200 migrantes desde o início do ano passado, oferecendo hospedagem, alimentação e apoio para a inserção social e econômica dessas famílias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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