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MBRF lança primeiro Relatório Integrado e reforça liderança global em sustentabilidade e alimentos

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A MBRF lançou seu primeiro Relatório Integrado, consolidando os principais resultados operacionais, financeiros, estratégicos e socioambientais alcançados ao longo de 2025. O documento reúne informações sobre a atuação nacional e internacional da companhia e reforça os avanços em sustentabilidade, governança, inovação e expansão global após a fusão entre Marfrig e BRF.

Elaborado com base no conceito de dupla materialidade, o relatório segue padrões internacionais de reporte, alinhado às diretrizes da Global Reporting Initiative, do International Integrated Reporting Council e aos indicadores do Sustainability Accounting Standards Board.

Segundo Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade e relações institucionais da companhia, os avanços registrados em 2025 consolidam a atuação da empresa como referência em práticas responsáveis no setor de proteína animal.

Expansão internacional fortalece presença global

Ao longo de 2025, a MBRF ampliou sua presença internacional com movimentos estratégicos voltados ao fortalecimento de mercados e produtos de maior valor agregado.

Entre os destaques está a aquisição de uma unidade industrial na China, reforçando a atuação da companhia em um dos principais mercados consumidores do mundo. A empresa também obteve autorização para retomar exportações para a União Europeia, incluindo a retomada das vendas de aves para o bloco.

Outro marco relevante foi a criação da Sadia Halal, fortalecendo a atuação da companhia no segmento multiproteína em mercados estratégicos do Oriente Médio e regiões com forte demanda por produtos halal.

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Com a consolidação da fusão entre Marfrig e BRF, a MBRF passou a operar como uma das maiores companhias de alimentos do mundo, com presença em 117 países, portfólio de 37 marcas e capacidade anual de produção de 8,2 milhões de toneladas.

Sustentabilidade avança em rastreabilidade e clima

A agenda ESG permaneceu como um dos pilares centrais da estratégia da companhia em 2025. A MBRF informou que alcançou 100% de monitoramento das cadeias de bovinos e grãos, incluindo fornecedores diretos e indiretos, reforçando o compromisso com cadeias produtivas livres de desmatamento e conversão vegetal.

Por meio do Programa Verde+, a empresa ampliou ações de rastreabilidade e gestão socioambiental de fornecedores.

Na área climática, a companhia avançou com o Protocolo Carne Baixo Carbono (CBC), desenvolvido em parceria com a Embrapa e lançado durante a COP30.

A empresa também ampliou o uso de energia elétrica renovável em suas operações, mantendo a meta de atingir 100% de energia renovável até 2030.

Reconhecimento internacional e economia circular

Os avanços ambientais e de governança garantiram reconhecimento internacional à companhia. A MBRF manteve liderança nos segmentos de bovinos, aves e suínos no ranking da FAIRR Initiative.

Além disso, alcançou classificação Triplo A no CDP nas categorias Mudanças Climáticas, Segurança Hídrica e Florestas. A companhia também integrou as carteiras do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e do ICO2 da B3.

No campo da economia circular, 90% das embalagens da empresa já são classificadas como recicláveis após o uso. Entre as iniciativas lançadas no período está uma edição especial da Qualy Vegê produzida com embalagem desenvolvida a partir da transformação de óleo de cozinha usado em plástico reaproveitado.

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Investimentos sociais e desenvolvimento humano

Na área social, a companhia destacou o apoio a mais de 100 mil pessoas por meio da campanha +Juntos pelo Sul, criada para atender vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.

O Instituto MBRF também registrou crescimento de 41% na participação de voluntários em ações sociais e expansão de 60% no Programa de Embaixadores de Diversidade, que reúne mais de 300 participantes em unidades e escritórios da companhia.

Outro destaque foi o cumprimento da meta pública de impactar 1,5 milhão de pessoas com conteúdos educativos voltados à redução de perdas e desperdício de alimentos.

Na área de capital humano, a empresa ampliou investimentos em programas de capacitação, formação e bem-estar dos colaboradores, fortalecendo a preparação da organização para os desafios futuros do setor global de alimentos.

Com os avanços registrados em 2025, a MBRF reforça sua estratégia de crescimento sustentável, inovação e fortalecimento de uma operação global voltada à produção de alimentos com escala, eficiência e responsabilidade socioambiental.

Relatório Integrado

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conectividade 4G e 5G no campo cresce 81% no Brasil e acelera digitalização do agronegócio

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A cobertura de redes móveis 4G e 5G em áreas agrícolas do Brasil registrou crescimento expressivo entre 2024 e 2025, avançando de 18,7% para 33,9%, segundo o Indicador de Conectividade Rural da ConectarAGRO. O aumento de 81% evidencia a aceleração da transformação digital no campo e em setores que dependem de operações distribuídas em larga escala.

A expansão da conectividade ocorre em um momento em que a digitalização de cadeias produtivas ganha força no país. Setores como agronegócio, logística, energia e utilities ampliam investimentos em automação, análise de dados e sistemas de monitoramento em tempo real, impulsionados pela maior disponibilidade de redes móveis em áreas antes com baixa cobertura.

Conectividade impulsiona gestão inteligente no agronegócio e na logística

Com o avanço do 4G e 5G, cresce também o volume de dados gerados por máquinas, veículos e equipes em campo. No agronegócio, a conectividade já permite maior integração entre operações agrícolas, gestão de frotas e sistemas de monitoramento remoto, ampliando a eficiência operacional.

A logística brasileira, que movimenta cerca de R$ 1,5 trilhão por ano, também é um dos principais setores beneficiados pela evolução da conectividade. O uso de dados em tempo real permite otimizar rotas, reduzir custos operacionais e melhorar a previsibilidade das entregas, especialmente em um país de dimensões continentais.

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Dados em tempo real se tornam ativos estratégicos nas operações

A digitalização das operações transformou veículos e máquinas em fontes contínuas de informação. Dados de localização, desempenho, consumo de combustível, manutenção e segurança passaram a ser coletados em tempo real, permitindo maior controle operacional.

No entanto, o principal desafio das empresas não está mais na coleta de dados, mas na capacidade de transformar essas informações em decisões rápidas e eficientes. A visibilidade operacional passou a ser um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos.

Segundo especialistas do setor, o acesso imediato às informações permite reduzir o tempo de inatividade, melhorar o planejamento logístico e aumentar a eficiência no uso de recursos, especialmente em operações distribuídas.

Operações em campo exigem tecnologia robusta e conectividade contínua

A necessidade de acesso contínuo a dados é ainda mais crítica em setores que atuam em ambientes remotos ou de alta complexidade operacional, como mineração, energia, utilities, transporte e agronegócio.

Nesses segmentos, a continuidade das operações depende diretamente da capacidade de comunicação entre campo e centros de controle. Por isso, cresce o uso de dispositivos robustos, projetados para suportar condições extremas e garantir acesso a sistemas corporativos mesmo em ambientes adversos.

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Além de ampliar a produtividade, essas soluções contribuem para a segurança operacional, reduzem falhas e aceleram a resolução de incidentes, fatores essenciais para operações de grande escala.

Transformação digital redefine gestão de frotas e operações móveis

A evolução da conectividade e o aumento do volume de dados disponíveis estão redefinindo a gestão de frotas no Brasil. O foco das empresas deixa de ser apenas a mobilidade e passa a ser a inteligência operacional baseada em dados.

Nesse contexto, a capacidade de transformar informações em decisões estratégicas se torna determinante para aumentar a eficiência, reduzir custos e garantir competitividade em um ambiente cada vez mais digital e integrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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