AGRONEGÓCIO

Massey Ferguson apresenta sua especialista digital no CNMA

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A Massey Ferguson, referência no mercado brasileiro de máquinas e equipamentos agrícolas, estará presente na oitava edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), realizado nos dias 25 e 26 de outubro, em São Paulo (SP). A marca, que participa do evento desde 2017, apresentará a sua especialista digital, a Mafê.

Especializada em inovação tecnológica, a Mafê é responsável pela comunicação digital nas mídias da Massey Ferguson e está presente no evento trazendo informações sobre o protagonismo feminino no agronegócio e estimulando o debate sobre a contribuição das mulheres para o crescimento do setor. Ela também irá interagir com as visitantes e convidá-las para participar de uma atividade no espaço da Massey Ferguson.

Ana Helena Andrade, diretora de assuntos governamentais da AGCO, detentora da Massey Ferguson, reforça que evento é de fundamental importância para demonstrar as histórias das mulheres que estão mudando a agricultura, assim como apresentar o sucesso dos negócios que elas conduzem, além de oportunidade para conhecer pessoas e experiencias.

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“Todas nós temos o desafio de provar nossa competência e vencer nos diferentes elos do agronegócio. Essa sensação de não estar sozinha é uma poderosa fonte de inspiração e permite uma visão mais positiva sobre os problemas que enfrentamos no dia a dia. Para as empresas que são parceiras do evento, é de extrema importância acompanhar essa evolução. Essa proximidade nos faz conhecer nossas clientes assim como compartilhar com elas os desafios que enfrentamos. Logicamente podem ser criadas oportunidades de negócios, trazendo benefícios para todos”

Segundo ela, ao longo dos últimos anos, as mulheres do campo se tornaram protagonistas de muitas propriedades e negócios. “Passamos por um momento de mudanças tecnológicas, econômicas, políticas e sociais. Isso significa que precisamos estar incluídas cada vez mais em áreas da inovação, em cargos executivos, associações, cooperativas, entre outros. Temos que estar preparadas e capacitadas, tanto tecnicamente quanto emocionalmente, para ocupar esses espaços. Por isso, meu conselho é que as mulheres busquem se profissionalizar nos seus setores de atuação, sejam multiplicadoras desse conhecimento técnico e que nos unamos e ajudemos para que as próximas gerações de profissionais possam enfrentar barreiras menores”, finaliza.

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Fonte: Massey Ferguson

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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