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Marfrig VG distribui 1.500 kits escolares para filhos de colaboradores

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A Marfrig de Várzea Grande já contemplou nesses últimos 4 anos milhares de famílias com a entrega e distribuição de 3,5 mil kits escolares.
A Marfrig de Várzea Grande já contemplou nesses últimos 4 anos milhares de famílias com a entrega e distribuição de 3,5 mil kits escolares.

Todo começo de ano a Marfrig promove uma ação que fomenta a educação e ajuda as famílias a se organizarem para o início do ano letivo. A unidade de Várzea Grande realizou a tradicional entrega de aproximadamente 1.500 kits escolares reforçando o compromisso social da empresa com seus colaboradores.

Os kits, para atender crianças entre 06 e 13 anos, vêm numa mochila e contêm itens essenciais para o ano letivo como: cadernos, lápis, canetas, borracha, régua, apontador, estojo, lápis de cor, régua e cola, garantindo qualidade para os estudantes.

A iniciativa faz parte de uma ação que há 4 anos promove e valoriza a educação além de dar suporte ao núcleo familiar.
Ingrid Teixeira, analista de linhas especiais da Marfrig de Várzea Grande, e mãe da Aurora, de 8 anos, destaca a iniciativa. “Acho essa ação muito bacana, porque mostra como a Marfrig se importa com o bem-estar não só dos colaboradores, mas, da família como um todo. O material está tão caro, essa ajuda faz toda a diferença”.

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Para Hugo da Silva, desossador há nove anos na empresa, a ação é essencial. “Ajuda bastante principalmente para quem, como eu, que sou pai de cinco filhos. É uma ótima iniciativa que beneficia os trabalhadores e suas famílias”.
Cláudia Rodrigues, gerente de Recursos Humanos da unidade de Várzea Grande, ressaltou os valores da Marfrig. “A empresa acredita que a educação é o caminho para o desenvolvimento. Investimos não apenas nos colaboradores, mas também em suas famílias, mostrando nosso compromisso também com a qualidade de vida”.
A gerente reforça que ações como essa, ‘a companhia não apenas apoia a educação, mas também inspira um futuro mais promissor’.

“Este ano, quase 1.500 crianças foram beneficiadas, um número superior ao do ano passado, demonstrando o crescimento do programa. Além de aliviar o orçamento familiar, a iniciativa reforça o papel da Marfrig como uma empresa socialmente responsável, comprometida com a educação e o desenvolvimento das comunidades onde atua. Dessa forma, conseguimos fortalecer vínculos e geramos um impacto positivo para o meio onde estamos inseridos”, concluiu Cláudia Rodrigues.

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Ação do cronograma oficial da companhia, a Marfrig de Várzea Grande já contemplou nesses últimos 4 anos milhares de famílias com a entrega e distribuição de 3,5 mil kits escolares.

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AGRONEGÓCIO

Custo de produção do leite sobe no Paraná com alta do milho e farelo de soja, aponta Deral

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O custo de produção da atividade leiteira voltou a subir no Paraná, pressionado principalmente pela alta dos insumos utilizados na nutrição do rebanho. A avaliação é do Deral, vinculado à Seab, em boletim conjuntural divulgado na última quinta-feira (30).

Segundo o relatório, o aumento dos custos tem reduzido o poder de compra do produtor de leite em relação a insumos estratégicos como milho e farelo de soja, elevando a pressão sobre a rentabilidade da atividade.

Relação de troca piora e encarece alimentação do rebanho

O Deral utiliza a relação de troca entre o litro de leite e a saca de milho como um dos principais indicadores de custo da produção. Em março de 2025, com o litro do leite cotado a R$ 2,81, eram necessários 27,7 litros para adquirir uma saca de milho, que estava em R$ 77,90.

No período mais recente analisado, essa relação piorou, passando para 29,4 litros por saca, evidenciando perda de poder de compra do produtor.

A pressão também é observada no farelo de soja, outro insumo essencial na alimentação animal. A relação de troca passou de 697 litros por tonelada em março de 2025 para 868 litros por tonelada atualmente, refletindo o aumento expressivo do custo nutricional da atividade.

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Nutrição animal segue como principal fator de custo

De acordo com o boletim, a alimentação do rebanho continua sendo o principal componente do custo de produção leiteira. Com a alta dos insumos, produtores enfrentam margens mais apertadas e maior necessidade de eficiência na gestão nutricional e produtiva.

O cenário reforça a sensibilidade da atividade às oscilações do mercado de grãos, especialmente milho e soja, que têm forte impacto direto na formação do custo do litro de leite.

Importações de lácteos aumentam e pressionam mercado interno

Além dos custos de produção, o mercado de lácteos também é impactado pelo aumento das importações. Segundo o Deral, o volume importado cresceu cerca de 26% no primeiro trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período de 2025.

Os queijos representam aproximadamente 40% desse total, indicando forte presença de produtos importados no consumo interno.

Leite em pó registra alta mesmo com restrições

O boletim também destaca o avanço das importações de leite em pó, mesmo após medidas adotadas para tentar conter a entrada do produto no país. Em março de 2026, as compras externas registraram aumento de 71% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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Esse movimento amplia a concorrência no mercado interno e adiciona pressão sobre os preços pagos ao produtor, em um cenário já marcado por custos elevados de produção.

Setor leiteiro enfrenta desafio de equilíbrio entre custos e competitividade

Com insumos em alta e aumento das importações, a cadeia do leite enfrenta um ambiente de maior pressão competitiva. O desafio do setor passa a ser manter a viabilidade econômica da produção diante de margens mais estreitas e maior volatilidade de mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

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