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Marfrig reforça estratégia em ações de trade marketing da linha Montana

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A Marfrig, maior produtora global de hambúrgueres e uma das líderes mundiais de carne bovina, lançou no último dia (31/10), uma nova campanha de trade marketing, desta vez para a linha Montana em redes de varejo no Sul e Sudeste. A ação “Sabor que tem pegada” promete atrair os participantes a conhecerem as variedades dos produtos industrializados da linha Montana e ganharem brindes surpresas nas máquinas de garra disponíveis nas lojas credenciadas.

Criada nos anos 2000, a marca é conhecida por oferecer cortes bovinos de qualidade a preços acessíveis e foi adquirida pela Marfrig em 2006. Com a ação, a companhia espera que a Montana, que tem em seu portfólio diversificado, hambúrgueres, fraldinha, quibe, picanha, patinho, filé de costela, entre outros, se torne uma presença ainda mais forte nos lares brasileiros pela sua variedade e praticidade.

“A Montana é referência em cortes bovinos desde a sua criação. Com a ação ‘Sabor que tem pegada’, a Marfrig visa maximizar a versatilidade da linha e mostrar como esses produtos podem ser uma escolha inteligente para o dia a dia e também para as ocasiões especiais. Queremos ainda incentivar novos consumidores a experimentarem os produtos da marca. Além de elevar ao máximo a satisfação e fidelização dos nossos clientes do varejo”, diz Luciano Borges, diretor Comercial da Marfrig.

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Para participar da campanha “Sabor que tem pegada”, o interessado deve comprar uma caixa de hambúrguer Montana de 672g e mais dois produtos da mesma linha em loja física participante. A ação vai até o dia 30 de dezembro de 2023 e acontece de maneira itinerante, sendo quatro lojas por semana, totalizando 36 estabelecimentos ao final.

Fonte: NOVA PR

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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