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Marfrig Antecipa para 2025 a Meta de Rastreabilidade Total de Fornecedores no Programa Verde+

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A Marfrig, por meio do Programa Marfrig Verde+, lançado em julho de 2020, incorpora uma série de novas iniciativas para acelerar seu compromisso com uma pecuária de baixo carbono, totalmente rastreada, livre de desmatamento, inclusiva e mais produtiva e rentável. A empresa anuncia a antecipação em cinco anos da meta de atingir a rastreabilidade total de seus fornecedores diretos e indiretos na compra de animais para abate em suas unidades. Essa meta agora é estabelecida para 2025 em todos os biomas do Brasil.

Para impulsionar o programa, a Marfrig implementará diversas ações, incluindo:

  • Recuperação e Transformação de Solos e Pastagens:
    • Transformação de 100.000 hectares de pastagens degradadas em áreas produtivas por meio de parcerias público-privadas.
  • Restauração Ecológica:
    • Restauração de 6.000 hectares de florestas nativas em colaboração com parceiros de referência, como re.green.
  • Agropecuária Regenerativa:
    • Intensificação e manejo adequado de pastagens para aumentar a produtividade e evitar a supressão de vegetação nativa.
  • Melhoria Genética do Rebanho com Integração:
    • Parcerias para fornecimento de sêmen, embriões e touros para a cadeia de fornecimento.
    • Redução do tempo de preparação dos animais para o abate, melhorando a qualidade e reduzindo as emissões.
    • Integração com as fazendas de confinamento MFG Agropecuária, escalando o fornecimento de gado.
  • Tecnologias de Medição de Carbono no Solo:
    • Geração de créditos de carbono certificados, com rentabilização de toda a cadeia de produção em parceria com a Agrorobótica.
  • Certificação de Carne Baixo Carbono e Carne Carbono Neutro:
    • Implementação de sistemas de integração pecuária-lavoura-floresta certificados em colaboração com a EMBRAPA.
  • Proteção à Biodiversidade:
    • Resgate e reabilitação de animais silvestres no Pantanal em parceria com a AMPARA Silvestre.
  • Apoio a Pequenos Produtores de Cria:
    • Investimento no Programa de Produção Sustentável de Bezerros da IDH – Iniciativa para o Comércio Sustentável.
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Em comunicado, a empresa destaca que, com essas iniciativas, o Programa Verde+ se torna um programa integrado de agropecuária ainda mais inovador, sustentável e de baixa emissão de carbono, reafirmando o compromisso inegociável da Marfrig com a transparência e a conservação da biodiversidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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