AGRONEGÓCIO

Mandioca se Estabelece como Alternativa Econômica Promissora no Tocantins

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A mandioca tem se consolidado como uma cultura agrícola de grande importância no Tocantins, desempenhando um papel fundamental na economia local e no sustento de pequenos agricultores e comunidades rurais. Nesta sexta-feira (6), a Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Seagro) ofereceu, com o apoio do Governo do Estado, uma capacitação aos membros da Associação dos Produtores Agrofamiliares de Palmas (Aproagro), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O evento incluiu uma visita à sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Tocantins, onde os produtores puderam discutir os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva da mandioca com o pesquisador Gustavo Campos. Campos destacou que os principais obstáculos enfrentados pelos produtores envolvem a necessidade de aumentar a produtividade, controlar pragas e doenças e adotar novas tecnologias e variedades mais resistentes. “A Embrapa está comprometida com a transferência de tecnologias e com a realização de pesquisas que visam melhorar a eficiência da cadeia produtiva da mandioca, fortalecendo assim a agricultura familiar e impulsionando o desenvolvimento econômico regional”, afirmou Campos.

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Durante a capacitação, os participantes também abordaram práticas sustentáveis de manejo, como a rotação de culturas e técnicas de conservação do solo e da água. Essas práticas são essenciais para garantir a sustentabilidade e a viabilidade da produção de mandioca a longo prazo, promovendo um cultivo mais resiliente e ambientalmente responsável.

Thadeu Teixeira Júnior, engenheiro agrônomo da Seagro, ressaltou a importância das capacitações para fortalecer a cadeia produtiva da mandioca no estado. “A mandiocultura deixou de ser uma cultura de subsistência para se tornar uma excelente alternativa de negócio, tanto para grandes quanto para pequenos produtores”, destacou Teixeira Júnior. Ele sublinhou que, com o apoio de capacitações como esta, os produtores têm a chance de aprender novas técnicas e práticas que podem aumentar sua produtividade e competitividade no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de máquinas e equipamentos avança 1,2% em março e atinge maior nível de importações da história

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O consumo de máquinas e equipamentos no Brasil registrou crescimento de 1,2% em março de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) durante a Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina.

O levantamento também aponta um recorde nas importações, que alcançaram US$ 3,1 bilhões no mês — o maior valor desde o início da série histórica, em 1999. O avanço foi puxado principalmente pela entrada de componentes industriais e máquinas destinadas à extração de petróleo.

Importações impulsionam resultado no trimestre

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o consumo do setor apresentou alta de 4,2%. O desempenho foi sustentado, sobretudo, pela maior demanda por máquinas rodoviárias e equipamentos voltados à movimentação e armazenagem de materiais.

Nesse período, as importações desses segmentos cresceram de forma expressiva, com avanço de 20% em máquinas rodoviárias e de 28% em equipamentos logísticos, refletindo investimentos em infraestrutura e armazenagem.

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Indústria opera próxima de 80% da capacidade

Outro indicador relevante foi o aumento no nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos. Em março, o índice atingiu 79,9%, alta de 1,4% em relação a fevereiro e 2,3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2025.

O resultado indica que o setor industrial segue operando próximo do seu limite produtivo, sinalizando uma recuperação gradual da atividade.

Emprego segue em alta no setor

Mesmo diante de oscilações nas vendas, o setor mantém trajetória positiva na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, foram criados 122,5 mil postos de trabalho, o que representa crescimento de 6,5% em relação ao período anterior.

De acordo com a avaliação da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, as empresas têm optado por preservar seus quadros de funcionários, apostando em uma recuperação no curto prazo.

Expectativa é de retomada com expansão do agro

A perspectiva do setor está diretamente ligada ao crescimento do agronegócio brasileiro. A ampliação das exportações de alimentos, estimada em até 30%, depende do aumento da área plantada e, consequentemente, da demanda por máquinas agrícolas.

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Nesse contexto, a avaliação é de que o atual momento de desaceleração nas vendas seja temporário. A manutenção da mão de obra qualificada é vista como estratégica, já que profissionais treinados são considerados ativos essenciais para sustentar a retomada do crescimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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