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Mandioca se Estabelece como Alternativa Econômica Promissora no Tocantins

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A mandioca tem se consolidado como uma cultura agrícola de grande importância no Tocantins, desempenhando um papel fundamental na economia local e no sustento de pequenos agricultores e comunidades rurais. Nesta sexta-feira (6), a Secretaria da Agricultura e Pecuária do Tocantins (Seagro) ofereceu, com o apoio do Governo do Estado, uma capacitação aos membros da Associação dos Produtores Agrofamiliares de Palmas (Aproagro), por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

O evento incluiu uma visita à sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no Tocantins, onde os produtores puderam discutir os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva da mandioca com o pesquisador Gustavo Campos. Campos destacou que os principais obstáculos enfrentados pelos produtores envolvem a necessidade de aumentar a produtividade, controlar pragas e doenças e adotar novas tecnologias e variedades mais resistentes. “A Embrapa está comprometida com a transferência de tecnologias e com a realização de pesquisas que visam melhorar a eficiência da cadeia produtiva da mandioca, fortalecendo assim a agricultura familiar e impulsionando o desenvolvimento econômico regional”, afirmou Campos.

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Durante a capacitação, os participantes também abordaram práticas sustentáveis de manejo, como a rotação de culturas e técnicas de conservação do solo e da água. Essas práticas são essenciais para garantir a sustentabilidade e a viabilidade da produção de mandioca a longo prazo, promovendo um cultivo mais resiliente e ambientalmente responsável.

Thadeu Teixeira Júnior, engenheiro agrônomo da Seagro, ressaltou a importância das capacitações para fortalecer a cadeia produtiva da mandioca no estado. “A mandiocultura deixou de ser uma cultura de subsistência para se tornar uma excelente alternativa de negócio, tanto para grandes quanto para pequenos produtores”, destacou Teixeira Júnior. Ele sublinhou que, com o apoio de capacitações como esta, os produtores têm a chance de aprender novas técnicas e práticas que podem aumentar sua produtividade e competitividade no mercado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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