AGRONEGÓCIO

Mais de mil buracos são tapados em dois dias de operação no bairro Tijucal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, executou em apenas dois dias uma grande operação de tapa-buracos no bairro Tijucal, zona sul da capital. Ao todo, mais de mil buracos foram tratados entre os dias 30 e 31 de maio, com aplicação de aproximadamente 300 toneladas de lama asfáltica (CBUq) em mais de 50 ruas dos quatro setores do bairro.

A força-tarefa mobilizou 13 equipes e envolveu diretamente 110 colaboradores. O trabalho segue em ritmo acelerado e faz parte do compromisso da atual gestão com a melhoria da mobilidade urbana e da infraestrutura da cidade.

Os serviços seguem um padrão técnico rigoroso para garantir a durabilidade dos reparos. O processo inclui a remoção da umidade com caminhão-pipa, limpeza com apoio de retroescavadeiras, aplicação de brita fina e, por fim, o preenchimento com asfalto quente, que é compactado e nivelado no local.

Além do tapa-buracos, a prefeitura realiza paralelamente obras de manutenção na rede de drenagem no entroncamento entre a Avenida Doutor Meirelles e a Avenida Radialista Edson Luís da Silva, conhecida como Avenida Espigão. A intervenção faz parte do cronograma contínuo de recuperação da malha asfáltica da capital e deve ser concluída ainda nesta semana.

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Durante a ação, foram substituídas manilhas danificadas que provocavam infiltrações e, consequentemente, fissuras na pista. O novo sistema de drenagem conta com a instalação de tubos de concreto com 60 centímetros de diâmetro e um metro de comprimento, interligados a bocas de lobo, que conduzem a água da chuva para a rede subterrânea, evitando acúmulo nas vias e danos ao asfalto.

Para minimizar transtornos à população, as áreas em obras são devidamente sinalizadas e isoladas. Quando necessário, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) organiza desvios temporários para garantir a fluidez do trânsito.

A população pode colaborar com a programação da Secretaria de Infraestrutura e Obras por meio do canal ZapObras, disponível pelo WhatsApp no número (65) 9 9216-0484. As solicitações recebidas são avaliadas de acordo com o grau de urgência, com prioridade para os pontos mais críticos da cidade.

#PraCegoVer

A imagem mostra as equipes da Secretaria Municipal de Obras Públicas realizando a operação tapa-buraco no bairro Tijucal.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

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O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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