AGRONEGÓCIO

Mais de 56 mil pessoas já aproveitaram ônibus grátis em Cuiabá

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Mais de 56 mil pessoas aproveitaram passagem de ônibus gratuita em Cuiabá, no feriado de 1° de maio, Dia do Trabalhador e no domingo (4). A gratuidade do transporte coletivo é resultado da Lei 7.248 sancionada em 29 de abril, pelo prefeito Abilio Brunini, que garante tarifa zero aos domingos e também nos feriados – mediante decreto.

No dia 4, 28.671 pessoas foram beneficiadas, conforme registros da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob). Os números ultrapassaram em 949 passagens gratuitas que o dia 1º de Maio, quando a Tarifa Zero também foi aplicada. No total, já são 56.393 passagens gratuitas só este mês.

Com a nova legislação em vigor, a estimativa é de que as pessoas aproveitem mais as atividades de lazer, visitando parques da cidade, pontos culturais, esportivos e turísticos acompanhados de toda família.

A ação da Prefeitura de Cuiabá promove a inclusão social e a participação dos cidadãos, garantindo que todos tenham acesso às oportunidades, independente da condição financeira. “Isso reforça o compromisso da gestão municipal com a inclusão social, a mobilidade acessível e o fortalecimento do transporte público como ferramenta de cidadania”, frisou a vice-prefeita e secretária da Semob, coronel Vânia Rosa.

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Para o prefeito Abilio Brunini não restam dúvidas de que o ganho é compartilhado. “Estamos conduzindo as ações com responsabilidade, e uma delas, foi a economia que tivemos desde que assumimos a administração. Como resultado, cumprimos compromissos com dívidas e estamos conseguindo proporcionar melhoria de qualidade de vida para os cidadãos. Isso nos dá indícios de que devemos perseguir no propósito, ajustando e economizando para ampliar em mais projetos”, pontuou.

No Dia do Trabalhador, quando a medida já havia sido aplicada de forma pontual, o prefeito Abilio, acompanhado da primeira-dama e vereadora Samantha Iris e vereadores, percorreu de ônibus o trajeto entre o Centro e o bairro Tijucal, conversou com diversos passageiros. Entre eles, alguns não sabiam que a passagem era de graça, nem se atentaram quando passaram a catraca. A novidade, no entanto, deixou muitos deles empolgados porque vislumbraram a oportunidade de passear com os filhos.

CARTÃO TRANSPORTE

A Tarifa Zero é válida apenas para Cuiabá e não se aplica ao transporte intermunicipal entre Cuiabá e Várzea Grande.

Para usufruir do benefício, é necessário possuir o cartão transporte, que pode ser solicitado pelo link https://amtu.com.br/solicitacao-de-cartao-transporte, nas cabines da MTU, nos terminais/estações de transporte ou com monitores devidamente identificados.

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#PraCegoVer

A imagem mostra um ônibus do transporte coletivo que estaria na Estação Alencastro, uma vez que do outro lado é a Igreja Matriz, no centro de Cuiabá. E várias pessoas passando pela faixa de pedestres que está a frente do ônibus.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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