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Mais de 3 mil casas do Santa Isabel recebem mutirão contra dengue neste sábado

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) realiza, neste sábado (22), a terceira edição do mutirão de combate ao mosquito Aedes aegypti. Dessa vez a ação acontece no bairro Santa Isabel, a partir das 7h30, com ponto de encontro na Unidade Básica de Saúde (UBS) Santa Izabel I.

A ação, intitulada “Todos Contra a Dengue”, contará com a participação de diversos órgãos municipais e visa vistoriar 100% dos 3.396 imóveis da região, eliminando focos do vetor e orientando a população sobre prevenção e controle das arboviroses.

Até o momento,Cuiabá notificou 925 casos de dengue em 2025, dos quais 724 foram confirmados. No caso da chikungunya, a situação é ainda mais preocupante, com 2.114 notificações e 1.977 confirmações da doença. Durante as primeiras sete semanas epidemiológicas do ano, os casos de chikungunya aumentaram significativamente em relação ao mesmo período de 2024, enquanto os casos de dengue apresentaram uma leve redução nas últimas semanas. A média semanal de notificações de dengue em 2025 é de 132, um aumento de 220% em comparação com 2024. Para a chikungunya, a alta é alarmante: de apenas 3 casos semanais em 2024 para 302 em 2025, um crescimento de 9.091,3%.

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Atualmente, um óbito por dengue está sob investigação, enquanto seis mortes por chikungunya foram confirmadas e outras seis estão em análise. A Prefeitura reforça a importância da colaboração popular na adoção de medidas preventivas para conter o avanço dessas doenças.

Ações do Mutirão

A mobilização contará com as seguintes atividades:
• Vistoria em 100% dos imóveis para identificação e eliminação de criadouros do Aedes aegypti.
• Tratamento de depósitos com foco em criadouros não removíveis.
• Orientação aos moradores sobre sinais, sintomas e prevenção de doenças transmitidas pelo mosquito.
• Atendimento na UBS Santa Izabel I para pacientes com sintomas de arboviroses.
• Vacinação para jovens de 10 a 14 anos na UBS Santa Izabel I.
• Cadastramento e limpeza de bolsões de lixo e terrenos baldios para remoção de entulhos e resíduos (LIMPURB).
• Notificação de imóveis com acúmulo de sujeira (VISA/O.P/D.C).
• Limpeza da beira do córrego e Projeto CATA TRECO, garantindo o recolhimento de materiais descartados inadequadamente.

Os trabalhos estão sendo coordenados pela SMS e conta com a participação de diversas secretarias e órgãos municipais, como a Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (LIMPURB), a Ordem Pública, a Secretaria de Meio Ambiente, Obras, Assistência Social, Educação e demais setores envolvidos no enfrentamento às arboviroses.

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A gestão destaca que a colaboração da população é essencial para o sucesso da mobilização. Pequenas ações cotidianas, como evitar o acúmulo de água parada em recipientes, limpar calhas e caixas d’água, manter quintais organizados e permitir a entrada dos agentes de endemias para fiscalização, são medidas fundamentais no combate ao Aedes aegypti.

Com a aproximação do período de chuvas, o alerta é redobrado para evitar o aumento dos casos de dengue, chikungunya e zika. A prevenção é a principal arma contra essas doenças e a mobilização da comunidade pode salvar vidas.

#PraCegoVer

A imagem ilustra agentes de saúde envolvidos em uma ação de limpeza e combate ao mosquito Aedes Aegypti realizada em uma praça do bairro Dom Aquino, em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Energia solar no agronegócio reduz custos e transforma a produção rural no Brasil

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Energia solar avança no agronegócio e se consolida como ferramenta estratégica no campo

A energia solar tem ganhado espaço no agronegócio brasileiro e vem transformando a gestão de custos e a operação de propriedades rurais de diferentes portes. A tecnologia, cada vez mais presente no campo, já é aplicada em atividades como irrigação, bombeamento de água, resfriamento de leite, armazenagem de grãos e climatização de estruturas agrícolas.

Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o agronegócio representa cerca de 29% da energia renovável consumida no Brasil, reforçando o papel do setor na transição energética nacional.

Com isso, a energia fotovoltaica passa a ser vista não apenas como alternativa sustentável, mas como solução estratégica para aumentar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.

Redução de custos e previsibilidade financeira impulsionam adoção no campo

Um dos principais fatores que explicam a expansão da energia solar no meio rural é a redução significativa das despesas com energia elétrica, que representam uma parcela relevante dos custos operacionais do agronegócio.

De acordo com especialistas do setor, a geração própria de energia permite maior previsibilidade financeira, reduzindo a exposição às variações tarifárias e melhorando o planejamento da produção.

“O produtor que consegue reduzir essa despesa de forma consistente ganha competitividade, melhora o fluxo de caixa da propriedade e consegue investir mais em produtividade e tecnologia”, afirma Raphael Brito, CEO da Solarprime.

Irrigação e armazenagem de grãos lideram aplicações da energia solar no agro

Entre as principais aplicações da energia solar no campo, os sistemas de irrigação se destacam pelo alto consumo energético. Em culturas que dependem de bombeamento constante de água, especialmente em períodos de estiagem, a tecnologia pode reduzir os custos com energia em até 90%, dependendo do sistema adotado e do uso de armazenamento.

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Além disso, a energia fotovoltaica tem sido amplamente utilizada em silos, câmaras frias, galpões e sistemas de ventilação, estruturas que exigem fornecimento contínuo de energia durante o ciclo produtivo.

Essas aplicações contribuem diretamente para a redução de perdas pós-colheita e para a melhoria da eficiência logística dentro das propriedades rurais.

Tecnologia amplia autonomia energética e fortalece a operação rural

Segundo especialistas, a energia solar deixou de ser apenas uma solução ambiental para se tornar uma ferramenta de gestão dentro das propriedades rurais.

“O produtor busca eficiência, previsibilidade e mais autonomia energética para sustentar o crescimento da operação”, explica Raphael Brito.

Na pecuária, a tecnologia também vem sendo adotada em sistemas de ordenha, resfriamento de leite e abastecimento de água para o rebanho. Em regiões mais afastadas dos centros urbanos, onde o fornecimento de energia pode ser instável, a geração própria garante maior segurança operacional.

Energia solar ganha espaço como investimento de longo prazo no agronegócio

Além da economia direta na conta de luz, fatores como longa vida útil dos equipamentos e baixa necessidade de manutenção reforçam a atratividade da energia solar no campo.

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Para o setor, a tecnologia se consolida como um investimento de longo prazo, alinhado à busca por maior eficiência e sustentabilidade econômica.

“O produtor rural brasileiro está cada vez mais atento à gestão do negócio. A energia solar entra como uma ferramenta importante para aumentar a eficiência, reduzir desperdícios e tornar a operação mais sustentável economicamente no longo prazo”, finaliza o CEO da Solarprime.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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