AGRONEGÓCIO

Mais de 12 mil doses são aplicadas no dia D da vacinação contra a Influenza em Cuiabá

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá celebrou os resultados expressivos do Dia D da campanha de vacinação contra a Influenza, realizado no último sábado (10), em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital. A mobilização fez parte de uma ação nacional de incentivo à imunização contra o vírus da gripe e, ao longo do dia, mais de 10 mil atendimentos foram realizados e 12 mil doses de vacinas aplicadas.

Com o sucesso da ação subiu para 39.152 o número de doses aplicadas desde o início da vacinação, o que fez com que a cobertura vacinal em Cuiabá saltasse para 30% do público-alvo, um avanço importante diante das metas de proteção coletiva estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

A secretária municipal de Saúde, Lucia Helene Barboza Sampaio, que percorreu diversas unidades durante o sábado (10), destacou a adesão da população e o comprometimento das equipes de saúde.

“Foi emocionante ver a mobilização das famílias, dos profissionais e da comunidade em geral. O empenho da população em buscar a vacinação mostra que estamos todos unidos pela saúde coletiva. Ver as UBSs cheias, com pais levando seus filhos e idosos sendo acolhidos, foi a certeza de que estamos no caminho certo”, afirmou a secretária de Saúde de Cuiabá.

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Mesmo com o sucesso do Dia D, a campanha continua em todas as UBSs da capital. O objetivo é seguir ampliando a cobertura vacinal com horários alternativos de atendimento, voltados especialmente para quem tem dificuldade de comparecer durante os dias úteis.

Durante a ação especial do sábado (10), todas as unidades de saúde estavam preparadas para atender os grupos prioritários, oferecendo não apenas a vacina contra a gripe, mas também todos os imunizantes do calendário nacional de vacinação, tanto para o público infantil quanto para adultos.

Grupos prioritários para a vacinação contra a gripe

A vacinação contra a Influenza segue direcionada aos grupos prioritários, que incluem: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias); gestantes e puérperas; idosos com 60 anos ou mais; povos indígenas e comunidades quilombolas; trabalhadores da saúde, dos Correios, professores da educação básica e superior; profissionais das Forças Armadas, de segurança e salvamento; caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo rodoviário; pessoas com deficiência permanente; portadores de doenças crônicas não transmissíveis ou outras condições clínicas especiais, independentemente da idade;

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A SMS reforça que a imunização continua disponível nas UBSs, e convoca todos que integram os grupos prioritários e ainda não se vacinaram a comparecerem o quanto antes, protegendo-se contra as complicações da gripe.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma senhora sendo imunizada com a vacina da gripe por uma enfermeira. A senhora está usando uma roupa rosa e a enfermeira veste um jaleco branco.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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