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Mães de Cuiabá tem a opção de amamentar filhos nas creches e CMEIs

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A Prefeitura de Cuiabá oportuniza às crianças matriculadas nas creches e CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil) à alimentação diária do leite materno.

Basta as mães solicitarem a direção escolar o dia e horário que melhor desejarem para amamentarem seus filhos, de acordo com a rotina de atividades de cada uma.

O aleitamento materno é um direito assegurado pela Constituição Federal, Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) e tratado com prioridade, respeito e valorização pela gestão do prefeito Abilio Brunini. Também é uma orientação do Guia Alimentar do Ministério da Saúde.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) é responsável pelo gerenciamento de 26 CMEIs (Centros Municipais de Educação Infantil) e 57 creches. Em todos os centros de educação infantil, há espaços reservados para amamentação. Nas unidades onde não houver espaço, cabe a unidade escolar providenciar o devido espaço para amamentação.

Outra opção da mãe é levar o leite congelado em recipientes apropriados como potes de vidro com tampa plástica e saquinhos apropriados. Cabe a mãe entregar esse produto para uma servidora que cuida da cozinha que o produto será armazenado numa geladeira.

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“É recomendável que o leite, nesta situação, seja consumido no dia. Do contrário, a nutrição escolar determina o descarte. O leite é um produto muito sensível e precisa de muito cuidado para armazenamento. O controle sanitário é bastante rígido”, explica a nutricionista Carolina Moreira, uma das integrantes da equipe de Coordenadoria da Nutrição Escolar (CNE).

Dedicação

A especialista em vendas, Erica Fernanda Pereira, é mãe do bebê Levi Pereira Czemola, de apenas seis meses. Ela comparece diariamente no CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Sérgio Luiz Ferreira da Silva – “Serginho”, localizado no bairro Jardim Aroeira, para alimentar o filho com leite materno.

“Sempre compareço às 10h30 porque o meu filho já almoça se alimentando com o próprio leite. Os servidores são muito prestativos e colaboram muito para garantir essa alimentação”, afirma Erica Pereira.

A diretora Acilene da Silva Ferreira revela que o aleitamento materno é um processo tranquilo. “Nós organizamos o horário e atendemos quatro mães durante o dia. No momento da matricula, nós já temos esse diálogo com as mães abrindo essa oportunidade. Daí organizamos o horário. A Prefeitura de Cuiabá deixa tudo muito acessível às mães”.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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