AGRONEGÓCIO

LongPing High-Tech leva suas marcas à Expodireto Cotrijal

Publicado em

As marcas da LongPing High-Tech marcam presença na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. Os produtores rurais que visitarem os estandes da Morgan e da Forseed, entre os dias 4 e 8 de março, terão a oportunidade de conhecer de perto as mais recentes inovações em híbridos de milho e sorgo, expostos nos campos de demonstrações.

O agronegócio tem grande importância para o Rio Grande do Sul, a atividade contribui significativamente para o desenvolvimento econômico e social do Estado. Segundo dados da Embrapa, o setor é responsável por cerca de 40% do PIB gaúcho e gera mais de 500 mil empregos diretos e indiretos. A diversidade de culturas e a qualidade do solo e do clima fazem do Rio Grande do Sul um Estado com grande potencial produtivo, líder na produção de arroz e uva, segundo maior produtor de soja e quarto maior produtor de milho do país.

Morgan e Forseed têm investido fortemente em pesquisa e desenvolvimento, para oferecer sementes cada vez mais adaptadas às necessidades do produtor. Com características como alta produtividade, tolerância a pragas e doenças, à seca e adaptação a diferentes solos, as sementes oferecem grande potencial de rentabilidade no campo ao produtor rural.

Leia Também:  FMC recebe autorização para dois novos herbicidas no Brasil, impulsionando inovação agrícola
Produtos expostos

Na ocasião, a Morgan vai apresentar ao público o recém-lançado MG377, especialmente indicado para plantios de verão na região sul. Indicado para o mercado de alta performance, o híbrido tem como uma das principais características a superprecocidade, que permite um encurtamento do ciclo de plantio e colheita, traz maior flexibilidade aos agricultores e ajuda a mitigar os riscos associados às condições climáticas. Além disso, o MG377 apresenta excelente sanidade de grãos e empalhamento, qualidade de colmo e raiz, e alto potencial produtivo. Além dele, estarão expostos também os híbridos MG616, MG408, MG545, MG593, MG618, 30A95, 20A55. Todos com excelentes características como tolerância a enfezamentos e viroses, tolerância à seca e alto potencial produtivo, que refletem em segurança e rentabilidade ao produtor.

Já a Forseed, apresentará a dupla de superprecoces, FS395 e o FS400, além dos consagrados FS615, FS521, FS533 e FS670 para a produção de grãos e silagem de verão. Para a safrinha, a marca avança com os híbridos FS403 e FS575. Os produtos da Forseed, se adaptam bem a diferentes condições climáticas e de solo, apresentam boa tolerância à seca e principalmente ao Complexo de Enfezamentos e Viroses (CMV). Diante do aumento expressivo do complexo de doenças e do consequente alto índice de perdas nas lavouras, a marca passou a oferecer ao mercado soluções inovadoras para enfrentar estes desafios. E os híbridos da marca se destacam como opções inovadoras, apresentando um alto índice de tolerância ao CMV, transmitidos pelo ataque de cigarrinhas e pulgões.

Leia Também:  JetBov lança plataforma colaborativa que conecta pecuaristas e consultores e transforma dados em decisões

Fonte: RPMA Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

Published

on

As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

Leia Também:  Crescimento de 11% no VBP Agropecuário do Paraná em 2023 atinge R$ 197,8 bilhões
Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

Leia Também:  SIAVS 2024: Encontro Internacional das Principais Marcas de Proteínas Animais

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA