AGRONEGÓCIO

LongPing High-Tech Apresenta Inovações na 18ª Edição da Coopershow

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Entre os dias 28 e 31 de janeiro, a cidade de Cândido Mota, interior paulista, será palco da 18ª edição da Coopershow, evento agrícola que destaca inovações tecnológicas para o setor rural. Com uma programação ampla, que inclui palestras na Arena Conhecimento e ações da Arena Mulher para promover equidade de gênero no agronegócio, a feira se consolida como uma vitrine para o avanço tecnológico no campo.

Nesse cenário, a LongPing High-Tech, referência no desenvolvimento de sementes de alto desempenho, apresentará lançamentos para a safra 2025/2026 das marcas Forseed e TEVO. Os novos híbridos de milho aliam tecnologia, alta produtividade e resistência a condições desafiadoras, reforçando o compromisso da empresa em oferecer soluções eficientes para os produtores rurais.

Destaques da Forseed: produtividade e adaptação

Entre os lançamentos, os híbridos FS650 e FS695 ganham protagonismo. O FS695 destaca-se pelo desempenho superior nas safras de verão e safrinha, com alta tolerância a doenças como Bipolaris, Complexo de Molicutes e viroses (CMV). Recomendado para diversas regiões, como Minas Gerais, Goiás, Bahia, Piauí, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o MAPITO, é uma opção estratégica para produtores que visam maximizar os resultados em ambientes diversos.

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Já o FS650 é reconhecido por sua ampla adaptação geográfica e resistência a estresse hídrico e ao quebramento de colmo. Indicado para regiões como Mato Grosso, norte de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e o Norte e Nordeste, é ideal para enfrentar desafios climáticos sem comprometer a produtividade.

Outros híbridos em destaque são o FS575, uma variedade precoce com tolerância ao CMV e alto investimento, e o FS470, um híbrido superprecoce que combina alto potencial produtivo, tolerância ao estresse hídrico e uniformidade de espigas, sendo perfeito para sistemas de plantio tecnificados.

Inovações da TEVO: eficiência e robustez

A TEVO também marcará presença com os híbridos precoces T-1508 e T-1625. O T-1508 oferece robustez e estabilidade, características essenciais para sistemas de alta produtividade e manejo eficiente. Já o T-1625 combina alto desempenho com resistência ao complexo de enfezamentos e viroses, recomendando o uso de tratamento industrial de sementes (TSI) e evitando o cultivo sequencial de milho para maximizar a eficiência agronômica.

Contexto do agronegócio paulista

A participação de empresas como a LongPing High-Tech na Coopershow reflete a relevância do estado de São Paulo no agronegócio nacional. Segundo dados da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, São Paulo liderou as exportações do setor em 2024, com um superávit de US$ 23,22 bilhões entre janeiro e novembro, representando 18,6% do total nacional.

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Com iniciativas que promovem a troca de conhecimento e a introdução de tecnologias de ponta, a Coopershow se consolida como um evento indispensável para o desenvolvimento do agronegócio e para a adoção de práticas agrícolas sustentáveis e inovadoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho em Mato Grosso: área é mantida em 7,39 milhões de hectares e produção da safra 2025/26 deve superar 52 milhões de toneladas

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A safra de milho 2025/26 em Mato Grosso segue com perspectivas positivas de produção, mesmo com a manutenção da área plantada. Segundo o Imea, a estimativa de área permanece em 7,39 milhões de hectares, o que representa um crescimento de 1,83% em relação ao ciclo anterior.

Apesar da estabilidade na área, o destaque está no aumento da produtividade. A projeção de rendimento subiu 1,82% em comparação ao levantamento anterior, alcançando 118,73 sacas por hectare.

Clima favorece lavouras e impulsiona produtividade

O avanço na produtividade está diretamente ligado às condições climáticas favoráveis registradas nos últimos meses. As chuvas regulares beneficiaram principalmente as lavouras das regiões Médio-Norte, Noroeste e Oeste do estado, consideradas estratégicas para a produção.

Por outro lado, o cenário ainda exige atenção na região Sudeste de Mato Grosso, onde as lavouras, especialmente as semeadas mais tardiamente, dependem de maiores volumes de precipitação para garantir o potencial produtivo.

Dados da NOAA indicam a possibilidade de baixos índices hídricos nas próximas semanas nessas áreas, o que mantém o risco climático no radar dos produtores.

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Produção cresce e pode atingir 52,66 milhões de toneladas

Com a combinação de área estável e maior produtividade, a produção de milho em Mato Grosso para a safra 2025/26 foi revisada para cima, com estimativa de 52,66 milhões de toneladas.

O volume reforça a posição do estado como principal produtor nacional e peça-chave no abastecimento interno e nas exportações brasileiras do cereal.

Exportações enfrentam ajustes no curto prazo

Para a safra 2024/25, o Imea projeta exportações de 25,00 milhões de toneladas, alta de 5,04% em relação ao ciclo anterior. No entanto, houve revisão negativa de 3,85% frente ao relatório anterior, refletindo um ritmo mais lento de embarques entre abril e junho.

Até o momento, Mato Grosso já exportou 23,86 milhões de toneladas, restando cerca de 1,14 milhão de toneladas para atingir a estimativa.

Entre os fatores que influenciam o desempenho estão:

  • Queda do dólar
  • Desvalorização dos preços do milho
  • Tensões geopolíticas, como o conflito no Irã

Esses elementos têm impacto direto na competitividade e no ritmo de escoamento da produção.

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Safra 2025/26 deve ampliar embarques e consumo interno

Para a próxima temporada (2025/26), a expectativa é de crescimento nas exportações, que devem atingir 25,90 milhões de toneladas — avanço de 3,60% em relação à safra anterior.

No mercado interno, a demanda segue aquecida. O consumo de milho da safra 2024/25 está estimado em 18,42 milhões de toneladas, crescimento de 12,90%, impulsionado principalmente pela expansão da produção de etanol de milho e pela indústria de ração.

Já para a safra 2025/26, o consumo interno deve alcançar 20,11 milhões de toneladas, representando alta de 9,18%.

Perspectivas para o produtor

O cenário para o milho em Mato Grosso combina fundamentos positivos de produção com desafios no mercado externo. A evolução do clima nas próximas semanas, o comportamento do câmbio e o ambiente geopolítico seguirão como fatores determinantes para os preços e a rentabilidade do produtor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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