AGRONEGÓCIO

Linha de pneu exclusiva para pivôs de irrigação ganha nova versão

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A irrigação é uma ferramenta que a cada ano ganha protagonismo e importância para a agricultura, principalmente diante do cenário de temperaturas extremas como as vivenciadas nas últimas safras em importantes regiões produtoras do Brasil. Esse crescimento foi evidenciado pela última pesquisa realizada e divulgada pela Agência Nacional de Águas (ANA). Segundo o levantamento, a área irrigada por pivôs centrais no Brasil aumentou 225% entre 2010 e 2022. No fim do ano passado, o país tinha mais de 30 mil pontos-pivô e as estruturas ocupavam 1,92 milhão de hectares.

Para ajudar os agricultores irrigantes no melhor uso e desempenho dos equipamentos, a Titan Pneus, nos últimos anos, se destaca por ser a única marca no mercado a desenvolver produtos específicos para irrigação. Mantendo esse pioneirismo, a companhia dá mais um importante passo e lança uma solução exclusiva, o 14.9-24 6 PR TL Titan Irrigator, a evolução do primeiro pneu no País com design específico para pivôs. Seu desenho possui footprint (pegada) com maior uniformidade gerando maior área de contato com solo. “Este é um produto de muita relevância para este segmento, que vem crescendo muito por conta das instabilidades climáticas e longos períodos de seca”, destaca Thiago Rodrigues, coordenador de produto da empresa.

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Como o pivô é um equipamento que faz movimentos circulares repetidos geralmente na mesma área, é normal a formação de um rastro onde os pneus passam. Com o tempo e a umidade, vão se abrindo grandes valas que podem causar afundamento, impactando diretamente no desempenho da irrigação. “O 14.9-24 6 PR TL Titan Irrigator foi pensado justamente em resolver esse problema, o designer, exclusivo, reduz a formação de valas, desta forma, o equipamento mantém sua performance sendo eficiente no fornecimento do recurso para as lavouras”, diz Rodrigues.

Mais detalhes técnicos

O pneu possui carcaça resistente a cortes e perfurações, produzida com um composto especial – garantindo maior durabilidade e resistência a danos, especialmente em condições de uso intensivo. Além disso, possui distribuição uniforme ao trafegar, proporcionando um menor desgaste do solo e uma maior performance consistente ao longo do tempo.

Entre os benefícios do 14.9-24 6 PR TL Titan Irrigator, destaque para as barras com ângulo de 23° graus garantem excelente autolimpeza com menor compactação, e ainda, banda de rodagem projetada para minimizar acúmulo de resíduo. “Nossos produtos garantem ao produtor resistência e confiabilidade, somado a isso oferecemos alta produtividade no manejo e excelente estabilidade ao equipamento”, finaliza o coordenador.

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Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Alta de insumos, frete e diesel com guerra aperta margem e preocupa safra 2026/27

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Isan Rezende

“O produtor rural brasileiro define agora, entre maio e agosto, o custo da safra 2026/27 — cujo plantio começa a partir de setembro no Centro-Oeste — com uma conta mais pesada e fora do seu controle. A ureia subiu mais de US$ 50 por tonelada, o diesel segue pressionado e o frete internacional acumula altas de até 20%. Isso aumenta o custo por hectare e exige mais dinheiro para plantar”. A avaliação é de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), ao analisar os efeitos da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre o agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o encarecimento não começou agora, mas se intensificou nas últimas semanas e pesa diretamente nas decisões do produtor. Em lavouras de soja e milho, o aumento dos insumos pode elevar o custo total entre 8% e 15%, dependendo do nível de investimento. “O produtor já vinha apertado. Agora, o custo sobe de novo e o preço de venda continua incerto”, afirma.

O avanço dos custos está ligado à tensão no Oriente Médio. O fechamento do Estreito de Ormuz levou o petróleo a superar US$ 111 o barril, mantendo o diesel em alta. Ao mesmo tempo, fertilizantes nitrogenados, que o Brasil importa em grande volume, ficaram mais caros e instáveis.

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Além do custo, há risco de perda de mercado. “O Irã comprou cerca de 9 milhões de toneladas de milho brasileiro em 2025. Se esse volume diminui, sobra produto aqui dentro e o preço cai”, diz Rezende.

Na logística, o impacto já aparece nos números. O frete marítimo para a Ásia subiu entre 10% e 20%, com aumento do seguro e cobrança de prêmio de risco. Na prática, isso reduz o valor pago ao produtor. “Quando o custo de levar o produto sobe, alguém paga essa conta — e parte dela volta para quem está produzindo”, afirma.

O efeito mais forte deve aparecer nos próximos meses, quando o produtor for comprar fertilizantes e fechar custos da nova safra. Se os preços continuarem elevados, será necessário mais capital para plantar a mesma área.

Para Rezende, há medidas que podem reduzir esse impacto. “O governo pode ampliar o crédito rural com juros menores, reforçar o seguro rural e alongar dívidas em regiões mais pressionadas. Um aumento de alguns bilhões na equalização de juros já ajudaria a reduzir o custo financeiro da safra”, afirma.

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Ele também aponta que o Brasil começa a dar passos para diminuir a dependência externa de insumos, mas ainda de forma insuficiente. “A retomada da produção de nitrogenados com a reativação da unidade de Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária, no Paraná, ajuda, mas ainda não resolve o problema. O país continua dependente do mercado internacional, especialmente do Oriente Médio. Sem ampliar essa capacidade e melhorar a logística, o produtor segue exposto a choques externos”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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