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Limpurb limpa todo trecho da 36ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá em 4 horas

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), em parceria com a Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, realizou a limpeza completa de todo o percurso da 36ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá. Ao todo, foram atendidos 10 km de via, em menos de quatro horas de trabalho.

A ação contou com o empenho de 40 colaboradores, além de equipamentos e maquinários que facilitaram o recolhimento dos resíduos. Aproximadamente dez toneladas de lixo foram retiradas do percurso e das imediações do ginásio. Entre os materiais descartados estavam copos descartáveis, cascas de frutas, garrafas PET e frascos de suplementos.

O diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira, destacou o empenho das equipes no atendimento ao evento. “Nosso objetivo é sempre garantir que a cidade esteja limpa e bem cuidada, principalmente após eventos de grande porte como este. A equipe da Limpurb está preparada para atuar com agilidade e eficiência, entregando o espaço limpo em poucas horas e contribuindo para a preservação do ambiente urbano”, afirmou.

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Com largada e chegada no Complexo Dom Aquino, a tradicional corrida de rua reuniu mais de 3 mil atletas. O evento teve o apoio de 380 profissionais e contou com a colaboração de diversos órgãos e instituições, como a Câmara Municipal de Cuiabá, Secretaria Municipal de Ordem Pública, Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, garantindo a organização e segurança dos participantes.

#PraCegoVer

A imagem mostra colaboradores da Limpurb em força-tarefa de limpeza no trecho da 36ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá. Os funcionários usam uniforme na cor verde, e está munido de Equipamento de Proteção Individual (EPIs).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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