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Limpurb avança na revitalização do Parque das Águas com foco em acessibilidade

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), segue com as obras de revitalização do Parque das Águas, um dos principais cartões-postais da capital. Os trabalhos, iniciados em janeiro deste ano, contemplam uma série de melhorias estruturais e urbanísticas, com foco na acessibilidade, segurança e preservação ambiental.

As ações fazem parte de um plano coordenado pela equipe técnica da Limpurb, que visa recuperar áreas degradadas e requalificar os espaços de lazer e contemplação. Já foram executados serviços de limpeza de fossas e caixas de passagem próximas ao banheiro principal, que estavam obstruídas, e realizada a manutenção das vias internas de passeio, com recuperação do pavimento e nova pintura.

De acordo com o diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, as obras refletem o compromisso da gestão com os espaços públicos e a qualidade de vida da população.

“O Parque das Águas é um patrimônio dos cuiabanos e merece atenção permanente. Estamos trabalhando para garantir que o local esteja adequado para todos os públicos, com infraestrutura segura, acessível e revitalizada. É um investimento na dignidade e no bem-estar da nossa gente”, afirmou Wellaton.

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Os banheiros do parque também estão sendo reformados. As obras incluem reparos nas instalações hidrossanitárias, substituição de esquadrias danificadas, revisão do telhado, remoção de umidade das paredes, pintura e recuperação do forro de gesso. As edificações auxiliares, como a casa de controle da Splash Zone e a casa de vidro, estão passando por manutenção, com vedação e correção da cobertura.

Outra frente de trabalho é a revitalização do lago, cuja margem apresenta erosão e desmoronamento do solo. Para solucionar o problema, a Limpurb trabalha na contratação de empresa especializada para realizar serviços de enrocamento com argamassa, técnica adequada para áreas submersas.

A segurança do local também é prioridade. A antiga estrutura de guarda-corpo foi removida e será substituída por um novo portão de ferro perfilado na entrada principal. O mesmo padrão será adotado na entrada de veículos, respeitando o traçado da ciclovia.

No aspecto urbanístico, está em andamento a recuperação de bancos, reposição de lixeiras, reforma de pergolados e o plantio de 220 mudas nativas, promovendo o embelezamento e a valorização do espaço verde.

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As equipes da Prefeitura também detectaram a necessidade urgente de adequações nas estruturas de acessibilidade. Calçadas, rampas e plataformas estão fora dos padrões estabelecidos pelas normas técnicas NBR 9050 e NBR 16537. O piso está danificado e as inclinações não atendem às exigências de acessibilidade, comprometendo a mobilidade de pessoas com deficiência. O planejamento das intervenções corretivas já está em curso.

A reativação da tradicional atração Show das Águas e da Splash Zone também está prevista no escopo da revitalização. Para isso, foi contratada uma análise técnica dos equipamentos, etapa fundamental para garantir a reestruturação segura das atrações que são símbolo do parque.

#PraCegoVer

A imagem mostra o Túnel das Águas, uma passarela envolta por jatos d’água. A atração turística está localizada no Parque das Águas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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