AGRONEGÓCIO

LCA do Banco BOCOM BBM oferece 11,15% ao ano com isenção de IR para pessoas físicas

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Investidores que buscam opções de renda fixa têm à disposição títulos que unem rendimento competitivo, segurança do emissor e vantagens fiscais. Entre eles, a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) se destaca ao direcionar recursos para o setor agropecuário, um dos mais dinâmicos da economia brasileira, além de oferecer isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas.

LCA do Banco BOCOM BBM com 11,15% ao ano

A LCA recentemente lançada pelo Banco BOCOM BBM apresenta:

  • Rentabilidade: 11,15% ao ano
  • Prazo: 1 ano
  • Aplicação mínima: R$ 1.000
Classificação de risco: AAA pela Fitch, indicando máxima segurança e alta capacidade de pagamento

Essa combinação torna o título atrativo tanto para investidores iniciantes quanto para aqueles que buscam diversificação em renda fixa com baixo risco de crédito.

Como funciona a Letra de Crédito do Agronegócio

A LCA é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras para financiar atividades do agronegócio. Ao investir nesse papel, o aplicador:

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Destina recursos diretamente ao setor agropecuário;

  • Recebe remuneração previamente definida;
  • Ganha o benefício fiscal da isenção de IR sobre os rendimentos, exclusivo para pessoas físicas.

O benefício fiscal torna a LCA uma alternativa competitiva frente a outros produtos de renda fixa, especialmente considerando o cenário atual de taxas de juros.

Histórico e solidez do Banco BOCOM BBM

O Banco BOCOM BBM é resultado da fusão entre:

  • Banco BBM, fundado no Brasil em 1858;
  • Bank of Communications, fundado na China em 1908, um dos maiores bancos do país asiático.

Essa união resulta em solidez financeira, ampla experiência em mercado de capitais, crédito corporativo e wealth management, além da capacidade de atender empresas de médio e grande porte, reforçando a segurança do investimento.

Por que investir em LCA

A LCA combina:

  • Rentabilidade atrativa de 11,15% ao ano;
  • Segurança com emissor classificado como AAA;
  • Benefício fiscal com isenção de IR para pessoas físicas;
  • Impacto positivo ao direcionar recursos ao agronegócio, setor estratégico da economia.
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Esse conjunto de fatores faz da LCA uma opção estratégica para diversificação de carteira e incremento de renda fixa com baixa exposição a risco.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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