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Larentis lança linha Domo: vinhos do Vale dos Vinhedos ganham vinificação em concreto

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A Vinhos Larentis, vinícola familiar do Vale dos Vinhedos, apresenta sua nova linha Domo, que marca a estreia da vinificação em ovos de concreto. Inspirada no Panteão de Roma, a coleção chega com dois rótulos: Domo Albus Riesling Itálico Safra 2025 e Domo Rubrum Teroldego & Merlot Safra 2024, trazendo frescor, autenticidade e expressão máxima do terroir.

Conceito da linha Domo

O nome Domo faz referência à cúpula do Panteão de Roma, maior estrutura de concreto não armado do mundo, simbolizando solidez, proteção e transformação. Segundo o enólogo André Larentis, a técnica de vinificação em concreto permite micro-oxigenação lenta, resultando em vinhos mais frescos, limpos e vibrantes.

O lançamento também celebra os 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, unindo tradição e inovação em uma mesma taça.

Rótulos da coleção
  • Domo Albus Riesling Itálico Safra 2025
    • Uva: 100% Riesling Itálico
    • Graduação alcoólica: 13% vol
    • Fermentação: em tanque de concreto oval
    • Produção: 1.200 garrafas
    • Características: cor amarelo-palha, aromas de frutas brancas e cítricas, toque floral e mineral. Fresco, equilibrado e elegante.
    • Temperatura de serviço: 6°C a 8°C
  • Domo Rubrum Teroldego & Merlot Safra 2024
    • Uvas: 50% Teroldego e 50% Merlot
    • Graduação alcoólica: 13,8% vol
    • Fermentação e amadurecimento: 12 meses em tanque de concreto, sem passagem por barrica
    • Produção: 2.200 garrafas
    • Características: coloração rubi violácea intensa, notas de frutas vermelhas e negras, cassis e folhas secas. Taninos aveludados, elegante e persistente.
    • Temperatura de serviço: 16°C a 18°C
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Inovação no coração do Vale dos Vinhedos

A Larentis se posiciona entre as primeiras vinícolas do Vale dos Vinhedos a adotar a vinificação em concreto, reforçando seu compromisso com inovação sem abrir mão da tradição familiar. A comercialização ao público inicia em 20 de outubro, com os vinhos sendo vendidos em caixas personalizadas exclusivas da linha Domo.

O pré-lançamento ocorreu na ProWine São Paulo 2025 e o lançamento oficial contou com o Club Celebration, evento exclusivo para membros do Larentis Premium Club.

Tradição que atravessa gerações

Fundada em 2001, a vinícola familiar cultiva 14 hectares divididos em 23 parcelas, produzindo vinhos 100% com uvas próprias. A Larentis é pioneira no cultivo de Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Merlot no Vale dos Vinhedos, e celebra, em 2026, 25 anos de história, unindo tradição, inovação e excelência em cada safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Falta de boi pronto leva arroba a R$ 365 no fim de setembro

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A oferta reduzida de animais terminados levou o preço do boi gordo a encerrar setembro em alta nas principais regiões produtoras. Em São Paulo, a cotação média chegou a R$ 365,33 por arroba na quarta-feira, 30, ante R$ 362,25 no dia anterior.

A valorização ocorre num período de transição para a pecuária. Os animais mantidos a pasto atravessaram os meses de seca e ainda dependem da recuperação das pastagens para ganhar peso. Ao mesmo tempo, a entrada de bois confinados não foi suficiente para ampliar significativamente a oferta disponível no mercado.

O resultado aparece nas escalas de abate, concentradas entre seis e sete dias úteis. Esse prazo não indica falta generalizada de gado, mas mostra que os frigoríficos precisam negociar com maior frequência para manter suas unidades em funcionamento.

As maiores indústrias atravessam esse período com mais tranquilidade porque contam com animais de confinamentos próprios, contratos antecipados e parcerias com produtores. Os frigoríficos de pequeno e médio porte, mais dependentes das compras diárias, encontram maior dificuldade para completar as programações e acabam oferecendo preços mais altos por lotes prontos.

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A reação foi registrada em diferentes praças. Em Goiás, a cotação média alcançou R$ 351,25 por arroba. Minas Gerais chegou a R$ 350,88, Mato Grosso do Sul a R$ 357,61 e Mato Grosso a R$ 340,61.

O movimento não significa que todos os negócios estejam sendo fechados nesses valores. As condições variam conforme o padrão dos animais, a distância até o frigorífico, o prazo de pagamento e a necessidade de cada indústria. Bois destinados à exportação também podem receber valores diferentes.

A demanda externa ajudou a manter o ritmo dos abates durante parte de setembro, mas não explica sozinha a valorização. A alta ocorreu mesmo com a suspensão das vendas de carne bovina para a União Europeia e com a aproximação do limite imposto pela China às importações brasileiras.

Essas restrições podem afetar o mercado nos próximos meses, mas tiveram peso menor que a falta de animais terminados na formação do preço no encerramento de setembro. No curto prazo, a indústria precisa comprar gado para manter as linhas de abate, independentemente das incertezas sobre alguns destinos.

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No atacado, os preços da carne bovina também permaneceram firmes. O quarto dianteiro foi negociado a R$ 21,50 por quilo, o traseiro a R$ 28 e a ponta de agulha a R$ 20. A entrada do mês pode estimular a reposição dos estoques pelo varejo, embora a carne bovina continue enfrentando a concorrência do frango.

Para o produtor que possui boi pronto, o momento aumenta o poder de negociação, especialmente nas regiões em que os frigoríficos estão com escalas mais curtas. A recuperação das pastagens e a entrada de novos lotes de confinamento determinarão por quanto tempo essa vantagem será mantida.

Fonte: Pensar Agro

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