AGRONEGÓCIO

KWS Sementes fecha o ano formando especialistas em sementes

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“Foi um marco pela transparência e abertura da empresa, apresentando todas as suas instalações e processos”, afirmou André Figueiredo, diretor de Gestão de Produtos da América do Sul. “Além disso, com o objetivo de transmitir aprendizado fizemos uma capacitação profunda e prática para os participantes, proporcionando atualização da equipe e, consequentemente, melhoria na qualidade dos serviços prestados”, afirma.

A equipe conheceu in loco a unidade de produção de sementes, a única do Brasil em sistema horizontal, ou seja, que evita a queda vertical da semente e danos físicos, garantindo assim maior qualidade. Em sua primeira fase de reestruturação foram investidos R$ 93 milhões na planta da KWS, com capacidade de produção de dois milhões de sacas. Na segunda fase de expansão, a empresa deve crescer para a produção de 3 milhões de sacas e investimento previstos de outros R$ 64 milhões.

“Conhecer cada etapa da produção é algo muito importante, pois indústria de sementes lida com um produto vivo durante todo o processo até a entrega no campo do agricultor”, comenta Marcelo de Mello Barboza, gerente de produção. “Estar ciente do processo, dos cuidados para manter a qualidade, além de conhecer os parentais dessa semente tem uma correlação com o correto posicionamento e apresentação do produto ao agricultor”, completa.

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Onde reside a qualidade

Com a equipe dividida em três turmas os participantes conheceram como é a produção a campo do híbrido de milho e sua multiplicação nas áreas produtivas. Também entenderam o impacto dos processos de qualidade e beneficiamento. Na programação foi apresentado em detalhes como funciona o laboratório de análises de sementes, que é credenciado pelo Ministério da Agricultura (Mapa), finalizando com as etapas de logística e entrega ao cliente.

Além das apresentações teóricas, os participantes interagiram em muitas dinâmicas nas quais vivenciaram o dia a dia da manufatura. “Com esse formato, ganhamos sinergismo entre a equipe e completamos nosso programa de capacitação técnica de nossa equipe”, comenta Wagner P. Gusmão, gerente de Serviços Agronômicos da KWS Sementes.

Ponto alto foi a detalhamento dos cuidados para a qualidade da semente, começando no planejamento industrial e avançando pelas avaliações que são feitas nos lotes e nas amostras em diversos pontos para garantir o melhor produto final. “Todas essas análises consideram fatores físicos, fisiológicos, genéticos e sanitários”, explica Gusmão. Para garantir esses atributos a empresa realiza pelo menos quatro testes oficiais, além de seis outros testes complementares.

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Garantir essa qualidade até a entrega faz com que a logística da empresa também esteja cada vez mais automatizada e atenta aos processos com rigoroso controle de temperatura e umidade durante todo o tempo, inclusive na armazenagem. A empresa também se prepara para contar com um aplicativo para maior conexão e informação aos clientes.

A Semana do Conhecimento faz parte do programa de capacitação da KWS Sementes que vem se desenvolvendo com várias atividades teóricas e práticas que envolvem atividades, dinâmicas, teste de conhecimento, trabalho de conclusão de curso e apresentação em vitrines técnicas.

Fonte: Flatonin

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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