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Kemin promove webinar sobre inovações na produção de rações com especialistas internacionais

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No dia 24 de outubro de 2025, a Kemin realiza a 6ª edição do millSMART Experience, webinar exclusivo que reúne especialistas do setor agroindustrial para discutir tendências, soluções e inovações na produção de rações. O evento terá formato online, permitindo a participação de profissionais de toda a América do Sul.

Evento itinerante traz expertise global e regional

O millSMART Experience é conhecido por seu caráter itinerante, já tendo passado por diversas regiões do Brasil e também pela Argentina. Agora, na versão digital, o objetivo é conectar o setor agroindustrial em toda a América do Sul, promovendo debates técnicos e troca de experiências em um mercado de processamento de rações que carece de iniciativas desse porte.

Segundo a Kemin, o encontro oferece um espaço qualificado de fomento e diálogo para o setor, com a presença de palestrantes externos de referência internacional.

Programação inclui palestras sobre qualidade e segurança da ração

A programação do webinar abordará temas como:

  • Qualidade da ração
  • Segurança dos alimentos (Feed Safety)
  • Resultados nutricionais
  • Aplicação correta de produtos
  • Soluções inovadoras para a produção de ração
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Entre os palestrantes confirmados estão:

Dr. Wilmer Pacheco, professor do Departamento de Ciência Avícola da Universidade de Auburn (EUA), que discutirá KPIs estratégicos na nutrição animal, relacionando qualidade da ração, segurança alimentar e desempenho nutricional.

Marcelo Bueno, gerente de Produção e Operações Agropecuárias da Fábrica de Ração e Premix da Seara (JBS), que apresentará conexões entre teoria e prática a partir de sua experiência no setor.

Além deles, a equipe de especialistas da Kemin, composta por Natália Vicentini, Fabricio Hegert e Bruno Ferreira, trará uma visão integrada de nutrição, produção de rações e processos fabris, unindo conhecimentos de marketing, serviços técnicos e engenharia de aplicação.

Acesso multilíngue e incentivo para participação

O evento contará com tradução simultânea em português, espanhol e inglês, garantindo maior alcance e inclusão para todos os participantes. Para incentivar a participação, a Kemin realizará o sorteio de um iPhone entre os inscritos.

Inscrições gratuitas

A participação no millSMART Experience é gratuita, mas requer inscrição antecipada pelo link: https://zoom.us/webinar/register/WN_G-P5_VRcT_mX3Ak7hLNUvg

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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