AGRONEGÓCIO

Jurados esperam ver resultado de melhoramento genético na Exposição Nacional 2024

Publicado em

O resultado de anos de trabalho em seleção genética será apreciado por dois dos criadores mais respeitados de Hereford e Braford no Rio Grande do Sul durante a Exposição Nacional 2024, organizada pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB). Ricardo Furtado, da Reculuta Agropastoril, e Celina Maciel, da Estância Bela Vista ambas de Santana do Livramento (RS), serão os jurados das raças Hereford e Braford, respectivamente.

Ricardo Furtado, jurado da raça Hereford, se diz ansioso para que chegue a data dos julgamentos e também para rever grandes amigos durante a Nacional. Esta é a terceira vez que o criador entrará em pista como jurado. Ele afirma ainda que há uma importante evolução da raça Hereford na qualidade dos animais, tanto a nível de pista quanto a de leilões. “E isso muito em função dos programas genéticos que as pessoas estão adotando com mais critério e, também, a busca de informações quanto à melhoramento e seleção, por parte dos criadores”, explica.

Leia Também:  Força Nacional vai apoiar Polícia Federal em Novo Progresso, no Pará

Já Celina Maciel comenta que se sente muito honrada pela escolha, lembrando que foi feita por votação entre os associados que participaram da assembleia em Porto Alegre (RS). Afirma ter expectativa de que terá um trabalho árduo na pista em função do alto padrão genético dos animais e de um equilíbrio muito grande nas categorias. Ela também avalia a expansão da raça no Brasil, que tem tido grande crescimento. “Prova disso é o surgimento de novos criadores e de um grande incremento de qualidade na representação da raça nas últimas exposições. Isso se deve, principalmente, às novas técnicas de reprodução que fazem com que animais melhoradores sejam multiplicados de forma rápida e em quantidade”, justifica a criadora.

A Exposição Nacional da ABHB será realizada entre os dias 12 e 19 de maio, em Bagé (RS), no Parque de Exposições Visconde Ribeiro de Magalhães.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB)

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Phibro Saúde Animal Lança ‘Beef Tour’ com Visitas e Palestras no Brasil e na Argentina

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Ruptura em supermercados recua para 11,7% em março, mas itens essenciais seguem pressionando abastecimento no Brasil

Published

on

O Índice de Ruptura da Neogrid, que mede a falta de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros, recuou para 11,7% em março de 2026. O resultado representa queda de 1,5 ponto percentual em relação a fevereiro (13,2%), indicando uma leve recuperação no abastecimento do varejo alimentar.

Apesar do avanço, categorias essenciais da cesta básica continuam pressionando o indicador, com destaque para leite, arroz, feijão e azeite, que ainda apresentam níveis elevados de indisponibilidade.

Varejo melhora abastecimento, mas consumo segue irregular

Segundo análise da Neogrid, o movimento de redução na ruptura reflete uma recomposição gradual dos estoques por parte dos supermercados, que vêm se preparando para uma possível retomada do consumo após um início de ano mais fraco.

No entanto, o cenário ainda exige cautela. A demanda irregular e o ambiente econômico instável mantêm o setor em alerta, já que a ruptura impacta diretamente as vendas e a experiência do consumidor.

Categorias essenciais seguem pressionadas

Entre os produtos monitorados, alguns itens apresentaram aumento na indisponibilidade em março, reforçando a pressão sobre o abastecimento de alimentos básicos:

  • Leite: 13,9% → 19,1% (+5,2 p.p.)
  • Azeite: 13,6% → 14,1% (+0,5 p.p.)
  • Arroz: 11,5% → 11,7% (+0,2 p.p.)
  • Feijão: 10% → 10,8% (+0,8 p.p.)
Leia Também:  Governo espera decisão favorável à continuidade das obras da Ferrogrão no STF

Já algumas categorias apresentaram melhora:

  • Ovos: 27,2% → 27% (-0,2 p.p.)
  • Açúcar: 10,2% → 8,4% (-1,8 p.p.)
  • Café: 8% → 7,5% (-0,5 p.p.)
Ovos seguem como principal ponto crítico do abastecimento

Mesmo com leve recuo em março, os ovos continuam sendo a categoria com maior nível de ruptura no país, com índice de 27%.

A trajetória recente mostra forte volatilidade: o indicador havia caído para 22% em janeiro, mas voltou a subir em fevereiro e se manteve em patamar elevado em março.

Nos preços, a categoria também registrou alta na maior parte das embalagens, com exceção da meia dúzia de ovos. A caixa com 12 unidades subiu de R$ 11,63 para R$ 12,07, enquanto a de 20 unidades passou de R$ 16,00 para R$ 17,32.

Leite UHT tem maior avanço na ruptura

O leite UHT foi o destaque negativo do período, com a ruptura saltando de 13,9% em fevereiro para 19,1% em março — o maior avanço entre todas as categorias analisadas.

O movimento indica deterioração contínua ao longo do trimestre, já que em janeiro o índice era de 8,8%.

No mercado, os preços também avançaram. O leite integral e o semidesnatado subiram, enquanto apenas o desnatado apresentou recuo.

Arroz e feijão seguem trajetória de alta na ruptura

Itens fundamentais da cesta básica, arroz e feijão continuam com tendência de aumento na indisponibilidade.

Leia Também:  Mercado em queda, incerteza climática e impasse comercial com EUA

O arroz passou de 6,8% no fim de 2025 para 11,7% em março de 2026, enquanto o feijão avançou de 8,2% em janeiro para 10,8% no último levantamento.

Apesar disso, os preços dos produtos apresentaram comportamento de queda ou estabilidade, indicando pressão simultânea entre oferta e consumo.

Açúcar e café apresentam alívio no abastecimento

Duas categorias importantes apresentaram melhora no índice de ruptura:

  • Açúcar: queda de 10,2% para 8,4%
  • Café: redução de 8% para 7,5%

Ambos os produtos também registraram recuo nos preços, indicando recomposição de oferta no varejo.

Cenário ainda exige atenção da cadeia de alimentos

Apesar da melhora geral no índice de ruptura, o levantamento da Neogrid aponta que o abastecimento de itens essenciais ainda enfrenta instabilidade no Brasil.

A combinação de demanda irregular, custos logísticos e variações de produção mantém parte da cesta básica sob pressão, especialmente em proteínas e grãos estratégicos para o consumo doméstico.

O setor supermercadista segue monitorando o comportamento do consumo e a reposição de estoques, buscando equilíbrio entre disponibilidade de produtos e eficiência operacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA