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JetBov Lança Aplicativo Inteligente para Revolucionar Gestão Pecuária

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A JetBov, startup líder em gestão agropecuária, anuncia o lançamento do “JetBov do Gestor”, um aplicativo equipado com inteligência artificial generativa voltado para a bovinocultura de corte. Esse avanço significativo, financiado por R$ 1,74 milhão obtidos através de uma vaquinha virtual no final de 2023, visa acelerar estratégias comerciais e expandir a presença da empresa.

O aplicativo, disponível exclusivamente para clientes a partir de 24 de junho, utiliza a inteligência artificial Jay® para proporcionar acesso rápido e processamento eficiente de dados. Segundo Xisto Alves, CEO da JetBov, “é hora de elevarmos a pecuária a um novo patamar, alinhando-a cada vez mais às demandas do mercado.”

O “JetBov do Gestor” permite que os pecuaristas interajam com a plataforma através de mensagens de texto ou áudio, semelhante ao ChatGPT, facilitando o acesso instantâneo a informações cruciais para decisões no campo. A ferramenta também inclui funcionalidades para envio de relatórios via WhatsApp e criação de tarefas para funcionários, promovendo uma gestão mais eficiente e integrada.

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Além deste lançamento, a JetBov oferece outros aplicativos como o “JetBov de Campo” e o “JetBov de Pasto”, focados na coleta de dados na propriedade e na gestão de pastagens, respectivamente. Essas iniciativas destacam o compromisso da empresa com a inovação tecnológica na pecuária, tornando-a mais produtiva e sustentável.

Com mais de 3900 propriedades atendidas e aproximadamente 11 milhões de animais gerenciados em sua base de dados, a JetBov se consolida como líder do setor, presente em diversos estados brasileiros e em países como Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Angola, Moçambique e Portugal. Para Alves, esses números refletem o sucesso das tecnologias disruptivas da empresa, alinhadas às tendências globais da agricultura digital.

A plataforma web da JetBov complementa os aplicativos móveis, oferecendo funcionalidades adicionais como controle de estoque, custo de produção por animal e geração de relatórios personalizáveis, fundamentais para decisões estratégicas baseadas em dados.

Com este passo à frente, a JetBov não apenas aprimora suas ferramentas existentes, mas também introduz funcionalidades inovadoras que prometem transformar a gestão pecuária no Brasil e além, rumo a uma pecuária mais eficiente e sustentável.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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