AGRONEGÓCIO

JBS ajusta projeções para 2024 e eleva expectativa de receita líquida para R$ 412 bilhões

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A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, revisou suas projeções financeiras para 2024, com base nos resultados apresentados para o terceiro trimestre (3T24). A receita líquida, inicialmente estimada em R$ 409 bilhões (US$ 76 bilhões), foi ajustada para R$ 412 bilhões (US$ 77 bilhões). Já o Ebitda ajustado, que antes estava previsto entre R$ 33 bilhões (US$ 6,2 bilhões) e R$ 36 bilhões (US$ 6,7 bilhões), passou a ser estimado entre R$ 37 bilhões (US$ 6,9 bilhões) e R$ 38 bilhões (US$ 7,1 bilhões).

No 3T24, a companhia registrou uma receita líquida recorde de R$ 110 bilhões, um aumento de 20,9% em relação ao mesmo período de 2023, quando a empresa havia alcançado R$ 91 bilhões. No acumulado de 12 meses, a receita líquida somou R$ 396,6 bilhões. O Ebitda ajustado do trimestre foi de R$ 11,9 bilhões, superando as expectativas do mercado e refletindo um crescimento de 120,7% em comparação ao 3T23.

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O desempenho positivo da JBS no período foi impulsionado pela forte demanda interna, crescimento das exportações e custos mais controlados, especialmente no segmento de aves, com destaque para as operações da Seara e da Pilgrim’s Pride Corporation. A empresa também observou uma redução nos preços dos grãos, o que favoreceu seus resultados.

No setor de carne suína, os negócios no Brasil e nos Estados Unidos continuaram em expansão, impulsionados pelo aumento das vendas de produtos de valor agregado tanto na JBS Pork quanto na Seara. No segmento de carne bovina, o mercado permanece equilibrado. No Brasil, a JBS alcançou um dos melhores resultados de sua história, refletindo as boas exportações, enquanto nos Estados Unidos, o ciclo pecuário continua desafiador. Na Austrália, apesar de uma leve queda nas margens devido a fatores sazonais, a empresa segue aproveitando o ciclo positivo da carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

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