AGRONEGÓCIO
Investimento em tecnologia aumenta eficiência e competitividade da cafeicultura brasileira
Publicado em
10 de março de 2026por
Da Redação
A cafeicultura brasileira atravessa um momento em que eficiência operacional e controle de custos são determinantes para a competitividade. Como maior produtor mundial de café, o Brasil enfrenta desafios relacionados ao clima, à oscilação no fornecimento de energia e à pressão por produtividade, especialmente durante a colheita. Nesse cenário, o investimento em tecnologia se destaca como diferencial estratégico, com destaque para os motores elétricos, que garantem o funcionamento contínuo da cadeia produtiva.
Safra 2026 e modernização das lavouras
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as estimativas para a safra brasileira de café em 2026 indicam ajustes na produção, refletindo os impactos climáticos dos ciclos anteriores e a bienalidade da cultura. Apesar dos desafios, o setor mantém foco no aumento do valor agregado, apoiado pela modernização das lavouras, mecanização e adoção de equipamentos mais eficientes ao longo de toda a cadeia produtiva.
Motores elétricos aceleram o ritmo da colheita
Durante a colheita, quando cada dia conta, a confiabilidade dos equipamentos é essencial. Os motores elétricos são utilizados em etapas como transporte, secagem, descascamento e beneficiamento do café, exigindo desempenho contínuo e compatibilidade com as condições de cada propriedade.
Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, explica:
“Na colheita, não há espaço para falhas. Um motor inadequado pode comprometer toda a operação e gerar perdas significativas. A escolha correta impacta diretamente a produtividade, o consumo de energia e a qualidade do processo.”
Eficiência energética e controle de custos
Com o custo da energia elétrica elevado em diversas regiões, a eficiência energética tornou-se prioridade. Motores modernos permitem melhor aproveitamento da energia, reduzem paradas para manutenção e aumentam a previsibilidade dos custos operacionais.
Em 2025, o faturamento da indústria de café torrado no Brasil atingiu R$ 46,24 bilhões, alta de 25,6% em relação a 2024, impulsionada pelo aumento dos preços ao consumidor, apesar da leve queda no consumo interno. Esse desempenho está ligado à profissionalização da cadeia produtiva e ao uso de tecnologias que aumentam a eficiência do campo à indústria.
Menezes reforça:
“O produtor busca soluções que entreguem alto desempenho com menor consumo energético, especialmente em regiões com variações no fornecimento de energia.”
Robustez e confiabilidade como diferencial
Além da eficiência, a robustez dos equipamentos é essencial durante a colheita. Motores mais leves e resistentes permitem intervenções rápidas e reduzem o tempo de máquina parada, fator crítico em períodos de alta demanda.
“Trabalhamos com motores em alumínio injetado, que facilitam o manuseio e aumentam a durabilidade. Oferecemos ainda três anos de garantia, atendendo às exigências de um setor cada vez mais técnico e competitivo”, destaca Menezes.
Modernização garante competitividade global
O avanço tecnológico na colheita reflete uma transformação maior do agronegócio brasileiro, que busca produzir mais com controle de processos e custos menores. Nesse contexto, os motores elétricos se tornam estratégicos, garantindo qualidade, redução de perdas e manutenção da competitividade do café brasileiro no mercado global.
“Investir em tecnologia é investir na produtividade e na sustentabilidade da cafeicultura brasileira”, conclui Menezes.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Brasil é peça-chave do supermercado global agrícola e reforça liderança no comércio mundial de alimentos
Published
5 minutos agoon
17 de junho de 2026By
Da Redação
O Brasil consolidou sua posição como uma das maiores potências agropecuárias do planeta, mas a tradicional definição de “celeiro do mundo” pode não representar com precisão o papel desempenhado pelo país na segurança alimentar global. A avaliação é do professor de Agronegócio Global do Insper, Marcos S. Jank, que defende uma interpretação mais alinhada à dinâmica atual do comércio internacional de alimentos.
Segundo o especialista, embora o Brasil seja um dos principais produtores e exportadores agrícolas do mundo, o conceito de “supermercado global” descreve de forma mais adequada sua participação nas cadeias agroalimentares internacionais.
Brasil responde por 6% da produção agropecuária mundial
Os números mostram que o Brasil é responsável por aproximadamente 6% da produção agropecuária global em termos de volume calórico. O país ocupa posição de destaque, mas permanece atrás de grandes produtores como China, que responde por 16% da produção mundial, Estados Unidos, com 11%, e Índia, com 9%.
No comércio internacional, entretanto, o protagonismo brasileiro é ainda mais evidente. Em 2025, as exportações do agronegócio brasileiro alcançaram cerca de US$ 170 bilhões, representando aproximadamente 9% de todo o comércio agrícola global. O desempenho coloca o Brasil como o segundo maior exportador agropecuário do mundo e líder em diversas cadeias de commodities agrícolas.
Segurança alimentar reduz dependência entre países
De acordo com Jank, a ideia de um único país abastecendo o planeta não corresponde à realidade atual. A segurança alimentar é uma prioridade estratégica para as nações, que buscam manter elevada capacidade de produção interna para reduzir dependências externas.
Atualmente, apenas 22% da produção agropecuária mundial é destinada ao comércio internacional. Os outros 78% permanecem nos países produtores para atender ao consumo doméstico.
No caso brasileiro, aproximadamente 60% da produção agrícola permanece no mercado interno, enquanto cerca de 40% é direcionada às exportações, considerando a produção convertida em equivalente calórico.
Esse cenário demonstra que a maior parte dos alimentos produzidos globalmente é consumida dentro das próprias fronteiras nacionais, reforçando a importância da autossuficiência alimentar.
Brasil complementa déficits globais de oferta
A China ilustra bem essa dinâmica. Apesar de ser o maior produtor, consumidor e importador de alimentos do mundo, o país importa cerca de 15% do que consome. A principal exceção é a soja, cuja dependência externa supera 80%.
Nesse contexto, o Brasil desempenha papel fundamental ao fornecer produtos agrícolas capazes de suprir desequilíbrios entre oferta e demanda em diferentes regiões do planeta. O país se destaca como fornecedor confiável de commodities em diversas cadeias agroindustriais, incluindo soja, milho, carnes, açúcar, café, algodão e celulose.
A combinação de escala produtiva, disponibilidade de recursos naturais e tecnologia tem permitido ao agronegócio brasileiro ampliar sua relevância estratégica nos mercados internacionais.
Presença brasileira está nos alimentos consumidos em mais de 190 países
Embora os consumidores estrangeiros raramente encontrem marcas brasileiras nas prateleiras dos supermercados, a participação do Brasil na alimentação mundial é muito maior do que aparenta.
Mais de 190 países importam commodities produzidas no Brasil. Esses produtos são processados por indústrias locais e transformados em milhares de alimentos, bebidas e itens de consumo final comercializados em supermercados, restaurantes, hotéis, cafeterias, açougues e serviços de alimentação.
Na prática, ingredientes e matérias-primas brasileiras estão presentes em inúmeros produtos consumidos diariamente ao redor do mundo, mesmo quando sua origem não é identificada pelo consumidor final.
Brasil fortalece posição como pilar do abastecimento global
A análise reforça que o papel do Brasil transcende a imagem tradicional de fornecedor de matérias-primas agrícolas. O país ocupa posição central nas cadeias globais de abastecimento e contribui diretamente para a segurança alimentar de dezenas de mercados internacionais.
Diante desse cenário, especialistas avaliam que o Brasil se aproxima mais da definição de um dos principais pilares do “supermercado global” de alimentos do que da ideia de “celeiro do mundo”, uma vez que a produção destinada ao consumo interno continua sendo prioridade para a maioria das nações.
Com crescimento contínuo da produtividade, ampliação dos mercados compradores e fortalecimento da competitividade internacional, o agronegócio brasileiro segue consolidando sua influência no abastecimento alimentar mundial.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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