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Inverno é período estratégico para prevenção contra carrapatos no rebanho, alerta Elanco

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Embora a primavera e o verão sejam as estações em que o carrapato se prolifera com maior intensidade, por conta do calor e da umidade, o inverno é o momento ideal para que os produtores planejem e iniciem estratégias de manejo contra esse parasito. Durante o período de temperaturas mais amenas, surgem as primeiras gerações do carrapato, o que torna essencial não subestimar essa fase do ano.

Carrapatos no ambiente: o maior desafio invisível

Segundo Octaviano Pereira Neto, gerente Técnico de Bovinos de Corte da Elanco Saúde Animal, apenas cerca de 5% dos carrapatos infestam diretamente os animais. A grande maioria, 95%, está no ambiente — nas pastagens e solo — aguardando o momento certo para infectar o rebanho. Esse cenário pode passar despercebido para o produtor, mas a falta de controle no inverno pode resultar em graves problemas na primavera e verão.

Potencial reprodutivo do carrapato e impacto econômico

O ciclo reprodutivo do carrapato tem crescimento exponencial: cada fêmea pode produzir até 3 mil ovos. Isso significa que mil carrapatos-fêmeas no solo podem gerar até 3 milhões de novos parasitos. Octaviano ressalta que, com 50 animais apresentando 20 carrapatos cada, a infestação já é considerável. No Brasil, a presença desses parasitos causa perdas estimadas em cerca de US$ 3,4 bilhões ao ano.

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Programa Integrado de Controle de Carrapatos (PICC)

Para auxiliar os pecuaristas no manejo do carrapato, a Elanco oferece gratuitamente o Programa Integrado de Controle de Carrapatos (PICC), que orienta o uso combinado de soluções para aumentar a eficácia do controle e diminuir a resistência dos parasitos a tratamentos. O programa está disponível no link: www.agropecuaria.elanco.com/br/acoes-elanco/picc.

Estratégia multifocal para combater a resistência parasitária

A resistência aos tratamentos é causada pelo uso contínuo do mesmo princípio ativo. O PICC propõe a combinação do carrapaticida Acatak™ Pour On com o Ezatect™, promovendo um controle mais completo e eficaz.

  • Acatak™ Pour On: elimina carrapatos, inclusive os mais resistentes, protegendo o rebanho contra a infestação e a espoliação.
  • Ezatect™: único produto do mercado que combina três moléculas — ivermectina, doramectina e abamectina — para combater carrapatos, bicheiras e vermes simultaneamente. Cerca de oito milhões de animais já foram tratados com esse produto em todo o país.
Mais informações e soluções Elanco

O produtor rural pode acessar gratuitamente todas as informações do PICC pelo site da Elanco e conhecer outras soluções voltadas para a sanidade e produtividade do rebanho em www.agropecuaria.elanco.com/br. A empresa também está presente nas redes sociais, como Instagram (@elancoagrobr) e LinkedIn (@elancobrasil), onde compartilha conteúdos e novidades do setor.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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