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Aula qualificará servidores do DAFs para cumprimento da legislação

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A Prefeitura de Cuiabá, por intermédio da Secretaria adjunta de Formação do Servidor, realiza nesta quinta-feira (24), no período das 8h às 11h, no auditório do CuiabáPrev, localizado no bairro Lixeira, uma aula técnica de um curso de gestão administrativa e financeira com servidores públicos que atuam nas DAFs (Diretorias Administrativas e Financeiras).

Trata-se de uma formação continuada que iniciou no dia 10 deste mês com uma palestra do conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) a respeito de boas práticas na administração pública.

“Essa qualificação dos servidores será até dezembro. Os servidores que atuam nas DAFs elaboram o planejamento financeiro junto com os secretários e necessitam de conhecimento técnico e atualizado para prestar as informações necessárias aos órgãos de controle externo”, explica a secretaria adjunta de Formação do Servidor, Solange Dias.

No processo de formação continuada dos servidores públicos, serão abordadas temas como prestação de contas, informações técnicas que deverão ser devidamente fornecidas aos órgãos fiscalizadores com seus respectivos prazos, e a legislação que envolve a administração pública (Lei de Licitações, Improbidade Administrativa e a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro).

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Outro tema a ser explorado é o Decreto nº 10.540, que regulamenta o padrão mínimo de qualidade do Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic).

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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