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Intensa programação vai marcar dia da Abertura da Colheita da Oliva

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Faltando menos de um mês, a Abertura Oficial da Colheita da Oliva, que chega à sua 12ª edição, vai definindo sua programação. O evento, organizado pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e a Prefeitura de Gramado, acontece no dia 16 de fevereiro de 2024, no município de Gramado (RS), na Serra Gaúcha, na propriedade da Olivas de Gramado, da família Bertolucci, que serão anfitriões e correalizadores do evento.

A programação iniciará às 9h com estações técnicas, palestras e mostras de produtos da olivicultura e coloniais da região. O ato solene de abertura acontecerá a partir das 10h30min. Além disso, programações como visita ao mini lagar, farm tour nos olivais e bosque Encantado, degustação sensorial harmonizada e atividades do olivoturismo e de campo como passeios a cavalo, trilhas auto guiadas e mini fazendinha com pequenos animais, também vão compor a extensa programação organizada pelos promotores.

O presidente do Ibraoliva, Renato Fernandes, destaca especialmente a experiência que os visitantes do evento terão em conhecer o trabalho de sustentabilidade dos olivicultores, além de apreciar um espaço voltado ao olivoturismo. “Gramado, que já se destaca por ser um dos destinos mais procurados do Brasil para o turismo, também agora oferece o olivoturismo. Uniremos a produção de azeite com o olivoturismo, e também com a questão da sustentabilidade, com as ações que os nossos produtores estão efetivando dentro de seus olivais”, ressalta.

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Fernandes salienta que o Rio Grande do Sul já vem atuando na área do olivoturismo há alguns anos e hoje são vários municípios e empreendimentos que estão disponíveis para oferecer as experiências em relação aos azeites, aos olivais, e todas essas atividades estarão sendo divulgadas durante a abertura da colheita. “Os empreendimentos estarão também com as suas representações e isso dará um brilho especial a essa cultura do azeite que envolve também a questão turística. Isso tem sido utilizado por outras regiões do mundo, a Europa, principalmente, utiliza muito bem esse conjunto, que seria tanto a produção de azeite quanto a experiência de estarmos junto aos olivais, de conhecer mais a sua produção e vivenciar esse alimento sagrado, essa cultura que é a cultura do azeite, a cultura do turismo dentro da temática da olivicultura”, explica, acrescentando que a sede do evento, Olivas de Gramado, é um dos maiores empreendimentos de olivicultura do mundo, onde recebe um grande público, algo próximo de 25 mil pessoas por mês.

Já sobre a temática da sustentabilidade, o presidente do Ibraoliva frisa que este é um debate importante devido aos desequilíbrios climáticos. “É muito importante que a nossa produção tão premiada, tão bem cuidada, também cuide do meio ambiente. Isso já é a realidade dentro dos nossos olivais. As empresas aqui do nosso Estado atuam tanto na captação de água de forma racional, no uso de energia eólica, energia solar, também na questão do sequestro de carbono. São tantas ações em que a gente vai dar palco para isso e que sirva de inspiração para outros produtores que ainda não estão trabalhando nessa linha”, destaca.

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Dentro dessa abordagem, a ideia é incorporar diversas temáticas relacionadas ao assunto sustentabilidade, como estratégias para atingir a neutralidade de carbono, implementação de plataformas de descarbonização, realização de conferências sobre descarbonização e eficiência energética, realização de workshops temáticos, desenvolvimento de planos de formação em descarbonização e aproveitamento de resíduos. O Ibraoliva também ressalta que questões como a preservação das margens de cursos d’água, a manutenção das coberturas vegetais nos olivais e a integração da olivicultura com a ovinocultura, equinocultura e olivoturismo já são práticas presentes nas propriedades brasileiras.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão em Mato Grosso exige venda acima de R$ 127/@ para cobrir custos da safra 2026/27

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O custo de produção do algodão em Mato Grosso voltou a subir em abril e acendeu um alerta para os produtores da safra 2026/27. Segundo levantamento do projeto CPA-MT, divulgado pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária, o avanço das despesas foi puxado principalmente pela valorização dos macronutrientes, impactados pelas tensões geopolíticas no mercado internacional.

De acordo com os dados, o custeio da lavoura alcançou R$ 10.642,28 por hectare, crescimento de 1,05% em relação ao mês anterior. O movimento reflete a pressão sobre os insumos agrícolas diante das incertezas logísticas globais, especialmente envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de fertilizantes e commodities do mundo.

Com o encarecimento dos insumos, o Custo Operacional Efetivo (COE) do algodão também avançou em abril. O indicador foi estimado em R$ 15.227,56 por hectare, registrando alta mensal de 0,55%.

O estudo mostra ainda que, para conseguir cobrir os custos operacionais da atividade, o cotonicultor mato-grossense precisará comercializar a pluma por pelo menos R$ 127,09 por arroba, considerando uma produtividade média projetada de 119,82 arrobas por hectare.

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Apesar da elevação dos custos, o cenário de preços mais atrativos da pluma nos últimos meses vem favorecendo a estratégia comercial dos produtores. Segundo o instituto, muitos cotonicultores intensificaram o travamento de custos e a proteção de margens, aproveitando oportunidades de mercado para reduzir os riscos da safra futura.

Esse movimento também ajudou a acelerar a comercialização da safra 2026/27 em Mato Grosso. Após um período de atraso nas negociações, as vendas passaram a superar a média histórica registrada nos últimos anos, demonstrando maior interesse dos produtores em garantir rentabilidade diante da volatilidade do mercado internacional.

O cenário segue sendo monitorado pelo setor, especialmente em função das oscilações nos preços dos fertilizantes, do câmbio e das tensões externas que continuam influenciando diretamente os custos da produção agrícola brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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