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Instrutores da Università del Caffè da illy recebem a certificação de competência da ACS Itália

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Os instrutores que trabalham nas 23 unidades mundiais da Università del Caffè da illy foram oficialmente certificados pela ACS Itália, órgão de certificação de competências que atesta o nível de conhecimento e proficiência na formação.

Todos os 50 professores da Università del Caffè da illy, que se submeteram ao processo de validação, obtiveram a certificação com sucesso. Os instrutores de Trieste, que obtiveram o mais alto nível de certificação, receberam um reconhecimento especial.

Desde a sua criação em 1999, a Università del Caffè, um centro de excelência criado pela illycaffè para propagar, apoiar e divulgar a cultura do café de qualidade a nível mundial, já capacitou 345.000 pessoas.

Os cursos são destinados aos vários segmentos da cadeia produtiva, incluindo produtores, profissionais da hotelaria e consumidores. A expansão das filiais da Università del Caffè pelos continentes permite a presença de instrutores especializados, que respondem às necessidades locais, tanto do ponto de vista técnico como pedagógico.

Para os produtores, os cursos são adaptados às exigências da cadeia de abastecimento, permitindo-lhes trocar técnicas agronômicas eficazes que são aplicáveis a diferentes regiões de produção.

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Para os profissionais das cafeterias, da restauração e da hotelaria, a Università del Caffè oferece uma formação especializada, com atualização regular dos participantes sobre as várias preparações de café, gestão e promoção das atividades comerciais.

Para os entusiastas são realizadas degustações e cursos educativos para desenvolver a apreciação e reconhecimento dos diversos sabores e aromas de cafés de todo o mundo.

Cristina Scocchia, CEO da illycaffè, expressa seu orgulho pela conquista: “Estou orgulhosa pela validação dos instrutores da Università del Caffè da illy, uma certificação que atesta a preparação dos nossos profissionais e a qualidade garantida pelos nossos cursos. As atividades da Università del Caffè são concebidas para responder às necessidades do mercado através de uma formação abrangente que engloba toda a cadeia de fornecimento de café. Reconhecemos que para garantir a melhor qualidade sustentável é necessário integrar de forma eficaz os conhecimentos de todos os envolvidos, desde os que cultivam a plantação até os que preparam a xícara de café.”

Massimo Dutto, Diretor Geral da ACS Itália, comenta a parceria: “A ACS Itália sempre se empenhou em valorizar as competências exigidas pelo mercado e pelas empresas. Com a Università del Caffè da illy foi desenvolvido um projeto estruturado para certificar as competências dos instrutores da illy em todo o mundo. Este processo demonstra o compromisso da empresa com a validação externa e garantida por um órgão independente. A ACS Itália, um instituto de certificação de competências reconhecido e controlado publicamente, que faz parte do Grupo CSQA, assegurou a realização deste importante e inovador projeto a nível internacional no âmbito da certificação de competências. A colaboração com a Università del Caffè da illy neste projeto inovador, que atesta a uniformidade das competências e o elevado padrão da illy em todo o mundo, foi ao mesmo tempo estimulante e construtivo para nós na ACS Itália.”

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A ACS Itália, um órgão de certificação de profissionais reconhecidos pela ACCREDIA, em conformidade com a norma UNI CEI EN ISO/IEC 17024:2012 (Certificado n.º 0117PRS), inscreve os instrutores da Università del Caffè da illy no seu registro de certificação internacional. Os profissionais que cumprem todos os requisitos recebem a certificação, cujos detalhes estão disponíveis no site www.acsitalia.it.

Fonte: ADS Comunicação Corporativa

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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