AGRONEGÓCIO

Inseticida Feroce, da UPL, obtém registro contra percevejo-barriga-verde, uma das principais pragas do milho

Publicado em

A UPL Ltd. (NSE: UPL, BSE: 512070, LSE: UPLL), fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, anuncia a obtenção do registro de um novo alvo para o inseticida Feroce. Agora, o produto – que se destaca pela eficácia e amplo espectro de ação – possui recomendação em bula contra o percevejo-barriga-verde (Diceraeus melacanthus), uma das principais pragas do milho. Outra novidade é que o produto também passou a ser indicado para algodão e tomate.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, afirma: “Este novo registro, obtido após o rigoroso processo regulatório, é resultado de estudos científicos realizados a partir do eficaz combate desse percevejo com Feroce. Como líder em inseticidas para o milho, a UPL reforça seu compromisso para atender às necessidades das agricultoras e dos agricultores, visando uma produção cada vez melhor e mais pujante”.

O percevejo-barriga-verde é um inseto sugador, cada vez mais presente nas lavouras de milho. Seu combate com eficácia, especialmente em cenários climáticos desafiadores, ajuda a garantir a rentabilidade dos agricultores e a produção de alimentos.

Leia Também:  Segunda fase de operação cumpre mais nove mandados contra autores de homicídio e pai e filha

Leandro Valerim, gerente de inseticidas da UPL Brasil, complementa: “Feroce conta com a exclusiva Blast Technology. Criada nos laboratórios da UPL, essa tecnologia tem conexão direta com os resultados do produto no campo. Nós selecionamos as duas melhores moléculas contra insetos sugadores existentes no mercado e criamos um produto único e de alta qualidade, com o diferencial de performance nunca visto”.

Na cultura do milho, além do percevejo-barriga-verde, Feroce é indicado para o manejo da cigarrinha Dalbulus maidis.

Novas indicações de uso

Os órgãos reguladores brasileiros também aprovaram o registro de Feroce para duas novas culturas: algodão e tomate. Na primeira, a bula teve a inclusão para o bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis), lagarta Helicoverpa (Helicoverpa armigera) e à lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda). Na segunda, o registro é para o tripes (Frankliniella schultzei) e o pulgão verde (Myzus persicae).

A lagarta-do-cartucho também foi um alvo autorizado para a soja, cultura para a qual Feroce já era recomendado contra percevejo-marrom (Euschistus heros) e a lagarta falsa-medideira (Chrysodeixis includens). Na batata, há ainda indicação em bula contra larva-alfinete (Diabrotica speciosa) e pulgão (Macrosiphum euphorbiae).

Leia Também:  Treze pessoas são presas por estelionato contra Caixa Econômica

Fonte: Texto Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

Published

on

Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

Leia Também:  Tribunal de Justiça é parceiro em ação contra tráfico de pessoas em partida entre Cuiabá e Flamengo

É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

Leia Também:  São Paulo vacina pessoas em situação de rua contra gripe e covid-19

O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA