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Inscrições para a 36ª Corrida Bom Jesus de Cuiabá são esgotadas em 32 minutos

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As inscrições para a 36ª edição da Corrida Bom Jesus de Cuiabá foram esgotadas em tempo recorde. Em apenas 32 minutos, todas as 3 mil vagas disponíveis foram preenchidas, superando as expectativas dos organizadores. O evento, que já se consolidou como uma tradição no calendário esportivo da capital, promete reunir milhares de atletas e entusiastas da modalidade no dia 6 de abril de 2025.

Realizada pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, a corrida acontecerá no dia 6 de abril de 2025, com concentração às 6h no campo de futebol do Complexo Dom Aquino. O percurso de 10 km terá largada e chegada no Complexo Dom Aquino, passando por diversos pontos turísticos da capital.

De acordo com o Secretário Municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves, o recorde de inscrições reflete a importância do evento para a cidade e o crescente interesse da população pelo esporte.

“Estamos muito felizes com o sucesso das inscrições, que se esgotaram em tempo recorde. Isso demonstra o quanto os cuiabanos estão engajados e ansiosos para participar de um evento que já faz parte da nossa história. A Prefeitura, por meio da Secretaria, está empenhada em garantir que todos os atletas tenham uma experiência inesquecível, com toda a infraestrutura e segurança necessárias”, afirmou o secretário.

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A corrida contará com o apoio de 380 colaboradores, além da parceria com diversos órgãos e instituições, como a Câmara de Vereadores de Cuiabá, a Secretaria Municipal de Ordem Pública, a Secretaria Municipal de Saúde, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, entre outros. Juntos, esses parceiros garantirão a organização e o sucesso do evento.

Horários das Largadas:
• 6h20: Atletas com deficiência e idosos acima de 65 anos (Masculino e Feminino)
• 6h30: Categoria geral (Masculino e Feminino)
• 6h45: Fechamento do setor de largada

Retirada dos Kits:
Os atletas inscritos deverão retirar seus kits entre os dias 1º e 5 de abril de 2025, na loja Beto Esporte, localizada no Shopping Pantanal. Para a retirada, será necessário realizar a doação de 2 kg de alimentos não perecíveis (exceto sal e açúcar).

Itens do Kit:
• Sacochila alusiva ao evento
• Camiseta oficial
• Chip eletrônico descartável
• Número de inscrição (número de peito)

#PraCegoVer
A imagem apresenta uma composição vibrante e dinâmica, promovendo a Corrida Bom Jesus de Cuiabá – 36ª edição. No primeiro plano, há dois corredores vistos de costas. Ao fundo, está uma paisagem da Orla do Porto de Cuiabá. O céu está claro, com tons suaves de azul e branco.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportação recorde de soja pressiona portos e expõe falta de armazéns

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O Brasil deverá exportar o volume recorde de 114 milhões de toneladas de soja em 2026, quase 5% acima da maior marca já registrada, segundo a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O avanço dos embarques aumenta a pressão sobre armazéns, estradas, ferrovias e terminais portuários em um ano de produção elevada.

Entre janeiro e julho, o País exportou 84,8 milhões de toneladas da oleaginosa, cerca de 5 milhões a mais que no mesmo período de 2025. Com as 9,74 milhões de toneladas previstas para agosto, o volume acumulado poderá chegar a 94,5 milhões antes do início do último quadrimestre.

A movimentação já aparece nos portos. Santos encerrou o primeiro semestre com 92,8 milhões de toneladas de cargas, crescimento de 5,05% em relação ao mesmo período do ano passado. A soja liderou as exportações do complexo, com 25,61 milhões de toneladas embarcadas.

O desafio começa antes da chegada aos terminais. A estimativa mais recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta uma produção de 347,4 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2026. A capacidade estática de armazenagem era de 233,8 milhões de toneladas no fim de 2025.

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A diferença chega a 113,6 milhões de toneladas. Isso não significa que todo esse volume ficará sem espaço, porque os armazéns são esvaziados e reutilizados ao longo do ano. O descompasso, porém, obriga produtores e comercializadoras a movimentar rapidamente a safra, principalmente quando a colheita de soja coincide com a retirada do milho armazenado.

Sem estrutura suficiente nas propriedades e nas regiões produtoras, parte dos grãos precisa seguir para os portos mesmo quando o momento de venda não é o mais favorável. O resultado pode ser aumento do frete, formação de filas, ocupação dos pátios e menor poder de escolha para o produtor.

Nos terminais, o crescimento do volume exige controle sobre temperatura, umidade e tempo de permanência dos grãos. Atrasos na chegada dos navios ou interrupções no embarque podem provocar perda de peso, aquecimento da massa armazenada e deterioração da qualidade.

Segundo Franklin Oliveira, responsável pelo setor de indústria e portos da AGI Brasil, os terminais precisam funcionar com maior precisão para evitar que o acúmulo de carga provoque perdas ou paralise a operação. Sistemas de aeração, medição de temperatura e acompanhamento dos estoques permitem identificar problemas antes que o produto seja embarcado.

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Outro ponto crítico é a mistura de lotes, conhecida como blending. O procedimento combina grãos com características diferentes para alcançar o padrão definido no contrato de exportação. Quando a operação é mal executada, o exportador pode entregar soja de qualidade superior sem receber remuneração adicional ou sofrer desconto por enviar um produto abaixo da especificação.

A rastreabilidade também ganhou importância. Terminais e armazéns precisam comprovar a origem, o volume e a qualidade dos estoques, sobretudo quando os grãos servem de garantia para operações de crédito ou investimentos dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros).

O avanço das exportações mostra que os portos brasileiros vêm aumentando sua movimentação. O risco está na falta de crescimento equivalente da armazenagem e dos acessos terrestres. Para o produtor, gargalos nessa cadeia significam frete mais caro, espera para descarga e pressão para vender a produção em momentos de maior oferta.

Fonte: Pensar Agro

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