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Inovação no Controle de Invasoras: Sipcam Nichino Revoluciona o Manejo de Plantas Daninhas em Milho e Sorgo

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A Sipcam Nichino Brasil, por meio de um avanço significativo em pesquisa e desenvolvimento, apresentou uma solução inovadora no controle de plantas daninhas nas culturas de milho e sorgo. O herbicida Click®, cuja base é a molécula de última geração terbutilazina, tem demonstrado elevado desempenho no manejo de invasoras difíceis de controlar, substituindo com alta eficácia a atrazina, um dos poucos compostos disponíveis até então para esse fim. O produto, que já é utilizado com sucesso no milho há cerca de quatro anos, recebeu recentemente registro para uso também na cultura do sorgo, ampliando sua aplicação no mercado agrícola.

De acordo com o engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, a inovação não só otimiza o controle de plantas daninhas, mas também eleva o potencial produtivo das duas culturas. “A terbutilazina é uma molécula de ponta, que oferece um controle superior sobre invasoras como corda-de-viola, picão preto e amendoim-bravo, entre outras, mesmo em condições de alta pressão de infestação”, destaca Freitas. Ele explica que, mesmo em doses menores do que a atrazina, o Click® apresenta um efeito residual prolongado, mantendo as lavouras com menor nível de reinfestação e proporcionando uma nova referência tecnológica para os produtores de cereais.

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O herbicida tem mostrado superioridade em testes e pesquisas, especialmente no controle de plantas daninhas de folhas largas, e também oferece boa supressão de plantas de folhas estreitas, como capim-colchão e capim-pé-de-galinha. A fórmula moderna e eficiente do Click® permite flexibilidade no manejo, podendo ser associado a outros herbicidas no milho, o que eleva o rendimento operacional dessas culturas e abre uma nova era no mercado de herbicidas para milho e sorgo no Brasil.

Expansão da Cultura de Sorgo e os Desafios no Manejo de Invasoras

A cultura do sorgo, que tem ganhado destaque no Brasil, apresenta uma área cultivada que cresceu cerca de 30% entre 2021 e 2023, com expectativa de atingir 1,56 milhão de hectares este ano, segundo dados da consultoria Kynetec. No entanto, o sorgo enfrenta desafios significativos no manejo de plantas daninhas, devido à escassez de herbicidas seletivos. Até recentemente, a atrazina era o único ativo disponível para o controle pós-emergência, o que limitava as opções dos produtores.

Segundo José de Freitas, estudos recentes confirmaram que a terbutilazina, presente no Click®, reduz o número de plantas daninhas de folhas largas de maneira mais eficiente do que a atrazina, tornando-se uma solução ainda mais eficaz para a cultura do sorgo. “O sorgo tem se mostrado uma excelente alternativa à soja e ao milho segunda safra, apresentando boa adaptação ao clima quente, resistência à seca e diversas utilidades, como ração animal, biocombustíveis sustentáveis e alimentos”, explica Freitas.

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Com essa inovação, a Sipcam Nichino contribui para o aumento da produtividade e sustentabilidade nas culturas de milho e sorgo, oferecendo aos produtores uma ferramenta avançada e eficaz no combate às plantas daninhas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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