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Indiana SML desembarca no Brasil para revolucionar as áreas de nutrição, defensivos e biológicos

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Desde sua fundação em 1971, a indiana SML Limited se dedica a desenvolver e promover soluções mais sustentáveis e avançadas para a agricultura mundial, sempre focada em alta tecnologia em todos os produtos nutricionais, defensivos e biológicos. Exportando para mais de 80 países, com um faturamento global de U$300 milhões/ano, a multinacional acaba de dar mais um importante passo. A companhia anuncia sua chegada ao mercado brasileiro com investimentos iniciais de U$10 milhões.

A entrada da multinacional no Brasil será o primeiro passo de uma audaciosa estratégia de expansão por toda a América Latina. A previsão de faturamento somente no País, até março de 2024, é de U$5 milhões. Segundo Vitor Raposo, presidente da SML do Brasil, o primeiro objetivo é crescer no mercado brasileiro, onde estão iniciando as operações, que além de ser o maior país agrícola, é o mais importante na Latam. “Nosso foco inicial no Brasil é nas culturas intensivas, irrigáveis e em cana-de-açúcar. Estamos desenvolvendo as linhas de nutrição, defensivos e biológicos, traremos soluções inéditas e protegidas por patente, que irão contribuir para uma agricultura moderna e sustentável”, disse.

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Ainda segundo o executivo, na medida que os negócios avançarem em solo brasileiro, a empresa irá expandir sua atuação também para outros países da América do Sul, como Argentina, Chile e Bolívia. “A projeção da SML na América Latina é de expressivo crescimento orgânico e através de aquisições. Para suportar todo esse avanço, faremos aquisições e contratações ao longo desses próximos cinco anos”, reforçou.

Expertise comprovada

A SML como multinacional indiana possui expertise no desenvolvimento de formulações e apresenta-se como uma excelente alternativa para mitigar o risco de dependência da China. Seus números impressionam, atualmente conta com 1.800 colaboradores, mais de seis unidades fabris, mais de 250 produtos no mercado e já ultrapassou a marca de 380 patentes. Seu crescimento também chama atenção na casa dos dois dígitos. De 1995 até 2021 avançou anualmente 22% e até 2025 a projeção é de aumento de 15% ao ano.

Segundo Raposo, a SML tem a ambição de ser conhecida como um provedor de soluções tecnológicas e sustentáveis para uma agricultura moderna e responsável, juntos aos principais atores do mercado brasileiro, como por exemplo, mas não se limitando, aos distribuidores, cooperativas, consultores e principalmente agricultores. “Somado a isso, estamos trazendo tecnologia indiana para a pujante agricultura brasileira, resultando em soluções disruptivas, de qualidade e em harmonia com a natureza”, finaliza o presidente da companhia.

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Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Preços de carnes e ovos recuam no atacado, enquanto leite mantém alta, aponta DATAGRO

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O mercado atacadista de proteínas animais apresentou comportamento misto na última semana, com queda nos preços da carne suína, carne de frango e ovos, enquanto o leite manteve trajetória de valorização. Os dados foram divulgados pela DATAGRO e refletem diferentes dinâmicas de oferta e demanda entre as principais cadeias pecuárias do país.

Enquanto proteínas como suínos, aves e ovos enfrentam pressão baixista, o segmento de lácteos segue sustentado por fatores que impulsionam os preços. Já a pecuária bovina apresentou sinais de recuperação na arroba do boi gordo, acompanhados por redução nas escalas de abate.

Carne suína lidera movimento de queda no mercado

Entre as proteínas analisadas pela DATAGRO, a carne suína registrou recuo nas cotações e foi negociada a R$ 8,55 por quilo.

O movimento também atingiu a carne de frango, cotada a R$ 7,23 por quilo, além dos ovos, cujo preço caiu para R$ 142,26 por 30 dúzias.

Segundo a consultoria, o desempenho reforça o cenário de pressão sobre as proteínas animais fora do segmento bovino, em um ambiente marcado por ajustes entre oferta e consumo.

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Leite UHT segue em alta e contraria tendência das proteínas

Na direção oposta, o mercado de lácteos manteve valorização durante a semana.

O leite UHT apresentou alta de 2,1% em relação ao período anterior, alcançando R$ 5,37 por litro.

De acordo com a DATAGRO, o desempenho positivo do leite contrasta com o comportamento das demais proteínas monitoradas, evidenciando fundamentos específicos que continuam sustentando os preços no setor de lácteos.

Arroba do boi gordo volta a subir em São Paulo

No mercado bovino, o comportamento foi diferente do observado para suínos, aves e ovos.

A arroba do boi gordo na praça paulista registrou valorização de 0,26%, encerrando o período cotada a R$ 327,59, após a queda observada na semana anterior.

O avanço das cotações ocorre em meio ao encurtamento das escalas de abate, indicador que acompanha a disponibilidade de animais prontos para o frigorífico e serve como importante termômetro das condições de oferta.

Escalas de abate diminuem e atacado bovino permanece estável

A DATAGRO informou que a programação média de abates no Brasil recuou para 8,61 dias corridos, sinalizando menor disponibilidade de animais terminados em diversas regiões produtoras.

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Apesar da recuperação da arroba, o mercado atacadista de carne bovina manteve estabilidade.

O preço da carcaça casada permaneceu em R$ 23,25 por quilo, indicando equilíbrio entre oferta e demanda no segmento industrial, mesmo diante das oscilações registradas nas negociações do boi gordo.

Mercado de proteínas segue dividido entre pressão e valorização

O comportamento dos diferentes segmentos reforça a heterogeneidade do mercado brasileiro de proteínas animais.

Enquanto suínos, frango e ovos enfrentam um ambiente de maior pressão sobre os preços, o leite continua sustentado por fatores próprios da cadeia produtiva, e a bovinocultura apresenta sinais de recuperação nas cotações da arroba.

A expectativa do setor é que os próximos movimentos do mercado dependam da evolução da demanda doméstica, do ritmo das exportações e da disponibilidade de animais para abate, fatores que continuarão influenciando a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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