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Impulsionado por aumento na moagem de milho, CerradinhoBio anuncia o resultado acumulado até o terceiro trimestre da Safra 23/24

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Dentre os destaques operacionais, temos o crescimento de 41% na moagem de milho quando comparado ao mesmo período da safra anterior, representando uma moagem de 611 mil toneladas. Este incremento no negócio milho elevou o total de moagem equivalente em 10,5%, com consequente aumento na produção de etanol, que foi de 674 mil m³ e um crescimento de 11% nas vendas do etanol, que totalizaram 564 mil m³.

Outro destaque importante do período foi a finalização do projeto da segunda unidade industrial da Neomille, em Maracaju (MS), como explica o CEO da CerradinhoBio, Paulo Motta. “A unidade traz consigo uma nova fase para a Companhia, com um significativo aumento de produção, elevando a capacidade instalada da Cerradinho Bioenergia para 13,6 milhões de tons de cana equivalente. Fizemos um investimento de R$ 1,080 bilhão na construção da nova unidade que iniciou suas operações em janeiro de 2024, materializando mais uma etapa do nosso planejamento de crescimento e diversificação”, afirma Paulo. O impacto positivo da entrada em operação da nova planta da Neomille, em Maracaju (MS), será sentido no resultado do próximo trimestre.

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Com base na mesma estratégia de crescimento e diversificação do negócio, Paulo Motta reforça: “apesar do impacto negativo da deterioração do preço do etanol, seguimos firmes com nosso planejamento, agora com foco na implantação da nossa primeira fábrica de açúcar, que está em construção no complexo industrial de Chapadão do Céu (GO). O projeto já adquiriu todos os equipamentos críticos e está com avanço de 55%, dentro do cronograma previsto para iniciar produção em meados deste ano”, finaliza Motta.

Desempenho financeiro

Os preços contraídos continuam sendo um desafio no terceiro trimestre. Assim, a receita líquida ficou em R$ 1,84 milhão durante os nove meses da safra 23/24, com um recuo de 6,3% comparado ao mesmo período da safra anterior. O lucro líquido fechou em R$ 87 milhões e o EBTIDA ajustado em R$ 413 milhões, redução de 41%. O CAPEX acumulado nos nove meses da safra 23/24 ficou em R$ 842 milhões, com crescimento de 5,5% em relação ao mesmo período anterior, devido aos investimentos em expansão.

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Fonte: Grupo Cerradinho

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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