AGRONEGÓCIO

DATAGRO e XP trazem o campo a São Paulo e mostram toda a força do agro

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São Paulo vai se transformar na capital mundial do agro nos dias 27 e 28 de junho deste ano, quando ocorrem o Global Agribusiness Fórum (GAF) e o Global Agribusiness Festival (GAFFFF), no Allianz Parque. Organizado pela consultoria DATAGRO, e apresentado pela XP, o megaevento será uma versão ampliada do tradicional GAF, que é realizado a cada dois anos desde 2012.

“O GAF é reservado a convidados e tem a missão de antecipar tendências, de forma a trazer para o Brasil as principais cabeças do mundo na agropecuária e nas questões de clima. A parceria com a XP, com a criação do Festival, vai permitir ampliar este olhar sobre o agro e aproximar, de fato, as pessoas que vivem nas cidades da vida no campo”, explica Plinio Nastari, presidente da DATAGRO.

“A XP é um dos maiores players do mercado financeiro no agronegócio e realizar a parceria com a DATAGRO para apresentar o GAFFFF significa elevar a nossa atuação no setor a outro patamar. Em sua primeira edição em formato de festival, queremos ampliar o público do evento, mostrando que o agro permeia todas as esferas da nossa vida”, afirma Pedro Freitas, head de agronegócio do banco de investimentos da XP.

Diversificada, a programação do GAFFFF abrange conteúdo, novidades tecnológicas para os agricultores, gastronomia e cultura, com shows de grandes nomes da música, como Jorge e Mateus, que vão fechar a programação em cada um dos dois dias de evento. São esperadas 30 mil pessoas por dia.

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“Com uma riquíssima biodiversidade, a matriz energética mais limpa do mundo e um agronegócio de alta tecnologia, o Brasil é uma potência agroambiental. Em poucos anos, passamos de importador a maior exportador global de alimentos, com sustentabilidade. Temos muita coisa bonita para mostrar e é esse o propósito do GAFFFF – conectar o campo com a cidade e levar a mensagem de que é possível produzir e preservar ao mesmo tempo”, diz Luiz Felipe Nastari, diretor da Datagro.

Mudanças climáticas, segurança alimentar, desperdício de alimentos, sustentabilidade, novas tecnologias, acesso a mercados, financiamento, ESG (do inglês Environmental, Social and Governance) e o futuro do agro brasileiro e mundial são alguns dos temas que serão abordados no fórum e feira setorial.

Entre os palestrantes, já estão confirmadas as presenças de Janusz Wojciechowski, Comissário da Agricultura da Comissão Europeia, em Bruxelas, André Aranha Corrêa do Lago, Embaixador e Secretário do Clima, Energia e Meio Ambiente do Ministério das Relações Exteriores, Graça Machel, ex-primeira Dama da África do Sul, Dra. Montserrat Arroyo-Kuribreña, Diretora para normais internacionais e ciência da Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH), Silvia Massruhá, Presidente da Embrapa, Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e Sergio Bortolozzo, presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB).

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Expositores

No espaço das techs e academia, por exemplo, 100 agtechs e 10 universidades vão apresentar inovações para a produção de alimentos. Haverá ainda equipamentos e implementos agrícolas, insumos, serviços e iniciativas voltadas para o ESG.

Gastronomia

O cardápio do GAFFFF traz também a gastronomia, do campo à mesa, com renomados chefs nacionais e estrangeiros. Haverá, ainda, um festival de churrasco.

Temas como o combate à fome e ao desperdício de alimentos serão mensagens-chave deste pilar do evento.

“Queremos recuperar este contato entre o campo e a cidade, furar a bolha do agro e mostrar para a sociedade urbana a verdadeira cara do agronegócio brasileiro, assim como destacar a importância da integração da agricultura familiar e empresarial”, afirma Guilherme Nastari, diretor da DATAGRO.

Realizadores

O GAFFFF, assim como o Global Agribusiness Forum organizado desde 2012, é realizado em conjunto por: DATAGRO, Sociedade Rural Brasileira (SRB), Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), Aliança Internacional do Milho (Maizall), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), a Bioenergia Brasil, e União Nacional do Etanol de Milho (Unem).

Fonte: DATAGRO

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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