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Importações do Brasil crescem 8,4% em julho, mas alguns setores registram queda

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As importações brasileiras somaram US$ 25,24 bilhões em julho de 2025, registrando crescimento de 8,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo dados divulgados pela Syndex, o destaque ficou para a Indústria de Transformação, que avançou 11,1% , totalUS$ 23,56 bilhões.

Já a Agropecuária teve aumento de 3,8% (US$ 0,50 bilhão, enquanto a Indústria Extrativa apresentou queda de 29,2%.

Produtos agrícolas que mais cresceram nas importações

Na Agropecuária, os maiores avanços foram registrados em:

  • Cevada não moída (+146,3%)
  • Militar (+45,4%)
  • Látex e gomas naturais (+92,4%)

Na Indústria Extrativa, os destaques foram:

  • Fertilizantes brutos (+37,4%)
  • Pedra, areia e cascalho (+90,5%)

Já na Indústria de Transformação, os produtos que puxaram o crescimento foram:

  • Óleos combustíveis refinados (+16,6%)
  • Fertilizantes químicos (+21,6%)
  • M(+43,9%)
Queda em trigo, carvão e automóveis

Apesar do crescimento geral, alguns produtos registraram recuo nas importações. Entre eles:

  • Trigo (-12,7%)
  • Que(-42,0%)
  • Óleo bruto (-22,6%)
  • Veículos automóveis(-31,5%)

No acumulado de janeiro a julho, as importações brasileiras chegaram a US$ 161,03 bilhões, com a Agropecuária em alta de 10,5%, a Indústria Extrativa em queda de 28,4% e a Indústria de Transformação crescendo 11,0% .

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Parceiros comerciais e cenário internacional

Entre os principais parceiros do Brasil em julho de 2025, os destaques positivos foram:

  • Estados Unidos (+18,2%)
  • União Europeia (+12,7%)
  • China/Hong Kong/(+8,0%)

Por outro lado, as importações vindas da Argentina caíram 8,0%, reforçando a importância da diversificação de fornecedores e do monitoramento de mercados estratégicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bonsmara ganha espaço na pecuária tropical e Fazenda Santa Silvéria lidera expansão da genética no Brasil

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A busca por sistemas pecuários mais eficientes, rentáveis e adaptados às condições climáticas brasileiras tem impulsionado o avanço de raças com elevado potencial produtivo. Nesse cenário, a Fazenda Santa Silvéria consolidou-se como uma das principais referências nacionais na criação e no melhoramento genético da raça Bonsmara, contribuindo diretamente para a expansão dessa genética em diferentes regiões do Brasil e também no mercado internacional.

Pioneira na introdução do Bonsmara no país, a propriedade desenvolve um trabalho contínuo de seleção voltado para características consideradas estratégicas para a pecuária moderna, como fertilidade, rusticidade, docilidade, desempenho produtivo e adaptação ao clima tropical.

Genética desenvolvida para condições tropicais

De acordo com a proprietária da Fazenda Santa Silvéria, Clélia Pacheco, a adoção da raça surgiu da necessidade de manter a precocidade produtiva observada em fêmeas meio-sangue Angus, sem abrir mão da adaptação necessária para enfrentar os desafios das condições tropicais brasileiras.

O Bonsmara pertence ao grupo Bos Taurus Africanus, do tipo Sanga, característica que proporciona maior distância genética em relação aos zebuínos e às raças britânicas. Essa condição favorece ganhos expressivos de heterose nos programas de cruzamento industrial, resultando em animais mais produtivos, resistentes e adaptados.

Segundo a criadora, o principal diferencial da raça está na capacidade de produzir carne de alta qualidade em sistemas simplificados de produção, com excelente desempenho a pasto e utilização de touros em monta natural.

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Além da adaptação ao calor, o Bonsmara apresenta elevada fertilidade, facilidade de manejo e temperamento dócil, características que contribuem para reduzir custos operacionais e aumentar a eficiência das fazendas.

Cruzamentos ampliam produtividade e qualidade da carne

O crescimento da raça no Brasil também está associado ao desempenho obtido nos cruzamentos industriais. A utilização de reprodutores Bonsmara sobre matrizes zebuínas ou fêmeas meio-sangue Angus tem proporcionado ganhos importantes em produtividade, rendimento de carcaça e qualidade da carne.

A raça é reconhecida pela produção de carne premium, com atributos valorizados pelo mercado consumidor, como maciez, sabor e suculência. Além disso, apresenta boa conversão alimentar e capacidade de desempenho em diferentes sistemas de produção, ampliando as oportunidades para pecuaristas de diversas regiões do país.

Seleção genética impulsiona expansão nacional e internacional

O programa de melhoramento desenvolvido pela Fazenda Santa Silvéria combina avaliações de desempenho, características funcionais e critérios rigorosos de adaptação. O objetivo é selecionar animais capazes de manter altos índices produtivos mesmo em condições desafiadoras de clima e manejo.

Esse trabalho permitiu a disseminação da genética Bonsmara para todas as regiões brasileiras e também para países da América Latina e da África, fortalecendo a presença da raça em sistemas produtivos voltados para eficiência e sustentabilidade.

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Sustentabilidade e eficiência caminham juntas

A busca por maior produtividade também está alinhada aos princípios de sustentabilidade. Animais geneticamente superiores tendem a permanecer menos tempo no ciclo produtivo, reduzindo a emissão de gases por quilo de carne produzida.

Ao mesmo tempo, sistemas baseados em pastagens bem manejadas favorecem a retenção de carbono no solo e contribuem para uma pecuária mais equilibrada do ponto de vista ambiental.

Para os especialistas da fazenda, a combinação entre genética, nutrição e manejo continua sendo a principal estratégia para garantir competitividade econômica e responsabilidade ambiental no campo.

Leilão disponibilizará reprodutores selecionados

Como parte do trabalho de difusão da genética Bonsmara, a Fazenda Santa Silvéria realizará, no próximo dia 1º de julho, às 20h, a 22ª edição do Leilão Bonsmara Santa Silvéria.

O evento ocorrerá em formato 100% virtual, com transmissão pela Central Leilões, e ofertará reprodutores desenvolvidos dentro de um programa de melhoramento genético direcionado às demandas da pecuária tropical brasileira.

Os animais disponibilizados foram selecionados para atuação a campo, reunindo características de adaptação, fertilidade, desempenho produtivo e qualidade genética voltadas ao aumento da eficiência dos rebanhos comerciais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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