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Importações de commodities na China apresentam crescimento expressivo em 2023; milho é destaque

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A China testemunhou um aumento substancial em suas importações de commodities em 2023, destacando-se o milho, que registrou um avanço de 31,6% em relação ao ano anterior. Em dezembro do mesmo ano, o país importou 4,95 milhões de toneladas de milho, representando um crescimento de 37,9% em comparação com o mês anterior e um aumento notável em relação a dezembro de 2022. Além disso, as importações de soja, trigo, algodão, óleo de soja, óleo de palma, lácteos, açúcar, fertilizantes, carne bovina e carne suína também apresentaram variações ao longo do ano, refletindo a dinâmica do mercado global.

Detalhes das Importações

Soja: A China importou 9,82 milhões de toneladas em dezembro de 2023, com um aumento de 24% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, as importações de soja totalizaram 99,41 milhões de toneladas, um aumento de 11,4% em comparação com 2022.

Trigo: As importações de trigo atingiram 610 mil toneladas em dezembro, com uma diminuição de 7,6% em relação a novembro. No entanto, ao longo de 2023, o país importou 12,10 milhões de toneladas, representando um aumento de 21,5% em relação ao ano anterior.

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Algodão: A China importou 260 mil toneladas de algodão em dezembro de 2023, marcando uma queda de 16% em relação ao mês anterior. No entanto, as importações anuais da fibra natural totalizaram 1,96 milhão de toneladas, com um aumento de 54,9% em comparação com dezembro de 2022.

Fertilizantes: As importações de fertilizantes aumentaram 11,5% em dezembro e 46,5% ao longo de 2023, atingindo 13,09 milhões de toneladas.

Carne Bovina e Suína: As importações chinesas de carne bovina totalizaram 240 mil toneladas em dezembro de 2023, enquanto as de carne suína atingiram 90 mil toneladas no mesmo período.

Esses números evidenciam a dinâmica das transações comerciais da China no cenário global de commodities ao longo do ano passado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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