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Importação de trigo pressiona mercado no Sul do Brasil

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O mercado de trigo no Rio Grande do Sul iniciou fevereiro em ritmo lento, segundo a TF Agroeconômica. Com os moinhos locais já abastecidos para o mês, as compras para março avançam gradualmente. As ofertas dos compradores variam entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada, conforme a qualidade do trigo, enquanto os vendedores pedem valores entre R$ 1.300,00 e R$ 1.400,00.

No segmento de exportação, as aquisições seguem conforme a programação de embarques, com preços oscilando entre R$ 1.280,00 e R$ 1.350,00 por tonelada. O trigo Milling no porto chegou a R$ 1.310,00, porém sem negócios reportados. Já o trigo para ração (feed) foi negociado pontualmente a R$ 1.300,00 por tonelada no porto. No mercado interno, o preço da pedra em Panambi manteve-se em R$ 65,00 por saca.

Em Santa Catarina, a estabilidade do mercado leva os moinhos a anteciparem compras, buscando evitar aumentos futuros. As ofertas CIF variam entre R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00 por tonelada, enquanto o trigo importado chega ao estado com preços elevados, ultrapassando R$ 1.700,00 no porto e atingindo R$ 1.800,00 no interior. Os valores pagos aos produtores oscilaram entre R$ 68,00 e R$ 74,33 por saca, com a maior cotação registrada em Joaçaba.

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No Paraná, a alta nos custos de frete tem impactado o preço FOB. Além disso, as expectativas para a safra 2025/26 indicam um possível aumento na área plantada, impulsionado pela desvalorização da soja. Os preços CIF para os moinhos do centro-sul variam entre R$ 1.400,00 e R$ 1.500,00 por tonelada, enquanto no norte e oeste do estado as ofertas dos compradores estão entre R$ 1.450,00 e R$ 1.470,00 por tonelada. O trigo importado da Argentina e do Paraguai tem sido ofertado entre US$ 280 e US$ 290 por tonelada no porto e a R$ 1.410,00 CIF no oeste do estado. A média estadual do preço da pedra ficou em R$ 72,92 por saca, garantindo um lucro médio de 6,11% aos produtores, conforme dados do Deral.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Marcha para Jesus reúne milhares de fiéis e celebra reconhecimento em Cuiabá

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Milhares de fiéis de diversas denominações evangélicas se reuniram na capital mato-grossense para a edição de 2026 da Marcha para Jesus. O evento, marcado por momentos de louvor, oração e manifestações de fé, teve início na Orla do Porto e seguiu em caminhada até a Arena Pantanal, neste sábado (20).

Uma carreta conduziu pastores, autoridades, cantores gospel e ministérios de louvor, levando intercessões pela paz na capital, pela prosperidade do comércio local e por bênçãos às famílias cuiabanas.

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, acompanhado da primeira-dama Samantha Iris, caminhou junto à multidão durante parte do percurso. O chefe do Executivo municipal destacou a relevância histórica e espiritual do evento e reforçou o simbolismo religioso que integra a identidade da cidade.

“A nossa cidade leva o nome da Capital do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. A chave da nossa cidade é entregue a Cristo. E a Marcha para Jesus é nosso patrimônio e, quando nós não estivermos mais aqui, ainda haverá a Marcha para Jesus”, afirmou o prefeito.

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Neste mês, o prefeito sancionou a Lei nº 7.555, de 10 de junho de 2026, de autoria do vereador Alex Rodrigues, que declara a Marcha para Jesus como Patrimônio Cultural Material e Imaterial do Município de Cuiabá. A nova legislação reconhece oficialmente o impacto histórico, religioso, social e cultural da mobilização anual.

Para garantir a integridade dos participantes e a ordem urbana, a Prefeitura de Cuiabá, por meio das secretarias municipais de Mobilidade Urbana (Semob) e de Segurança Pública, organizou um esquema especial de trânsito. Foram realizados bloqueios pontuais na região do Porto e ao longo de todo o percurso, com agentes orientando motoristas e assegurando a fluidez nas vias adjacentes.

A Marcha também atraiu fiéis de várias cidades e de diferentes congregações locais. Kelly Beatrice, moradora do bairro CPA IV e integrante da EMET Church, ressaltou a importância da união entre as igrejas para a evangelização e a realização de ações sociais.

“Participamos todos os anos porque queremos unir forças para proclamar o nome de Jesus nesta cidade, para que muitas pessoas sejam alcançadas”, declarou Kelly.

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O ato público contou ainda com a presença do apóstolo Estevam Hernandes e da bispa Sônia Hernandes, idealizadores da Marcha para Jesus no Brasil.

O encerramento do evento foi marcado pelo anúncio do calendário oficial das próximas edições. Em Várzea Grande, a Marcha será realizada em agosto deste ano. A organização também confirmou a próxima edição para maio de 2027.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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