AGRONEGÓCIO

Importação de combustíveis apresenta queda em 2023, indica análise da StoneX

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A importação de óleo diesel e gasolina pelo Brasil em 2023 registrou uma diminuição em relação ao ano anterior, revela um estudo divulgado pela consultoria StoneX, que analisou os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic). O país importou 8,8% menos diesel e 8,2% menos gasolina, atendendo à demanda interna.

O volume importado de diesel em 2023 totalizou 14,7 milhões de metros cúbicos (m3), o segundo maior valor na série histórica. O relatório, assinado pelos analistas Bruno Cordeiro e Isabela Garcia, destaca fatores como a ampliação da produção de diesel A pelas refinarias e o aumento da adição de biodiesel, contribuindo para a redução nas importações.

O mês de dezembro se destacou, atingindo o maior volume da série histórica para o mês, com 1,91 milhão de m3, possivelmente devido à antecipação das compras antes da reoneração dos tributos federais no início do ano.

A Rússia liderou como principal fornecedor de diesel, com 50,45% do total das importações, seguida pelos Estados Unidos (24,47%). O embargo ocidental à Rússia resultou em um redirecionamento de seus produtos para a América Latina, sendo o Brasil o principal destino do diesel russo fora da Europa.

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Paralelamente à queda nas importações, o consumo interno de diesel B teve um aumento significativo, crescendo 3,4% nos primeiros onze meses de 2023, impulsionado pelo desempenho econômico positivo e pela demanda crescente na produção de soja e milho.

No caso da gasolina, as importações totalizaram 4,16 milhões de m3 em 2023, uma redução de 8,2% em comparação a 2022. Em dezembro, as compras externas foram 80,5% menores do que no mesmo período do ano anterior, refletindo a perda de competitividade da gasolina C em relação ao etanol hidratado nas bombas. O estudo ressalta a influência dos veículos flexíveis, que optam pelo etanol quando há uma vantagem de preço.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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