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IHARA na Expodireto Cotrijal 2025: A importância do manejo fitossanitário para a rentabilidade das lavouras

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A IHARA, com 60 anos de experiência no setor de defensivos agrícolas, reforça sua atuação na Expodireto Cotrijal 2025, que ocorre entre 10 e 14 de março em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul. Com a missão de promover inovação e produtividade no campo, a empresa leva ao evento soluções tecnológicas que visam otimizar o manejo de insetos, doenças e plantas daninhas, essenciais para culturas estratégicas como soja, milho 2ª safra e trigo, pilares da agricultura brasileira.

Durante a feira, a IHARA buscará orientar os produtores sobre a importância de não negligenciar os cuidados fitossanitários, mesmo diante do aumento dos custos de produção. João Tomás, engenheiro agrônomo e gerente de Marketing Regional da empresa, destaca que o corte de investimentos em defensivos agrícolas pode resultar em prejuízos mais altos do que a economia inicial, uma vez que a falta de controle pode favorecer a proliferação de pragas e doenças, comprometendo a produtividade das lavouras.

Tecnologia e inovação no manejo de pragas e doenças

A IHARA apresentará na Expodireto Cotrijal tecnologias de ponta, como os herbicidas YAMATO SC e SONDA HT, os inseticidas ZEUS e TERMINUS, e os fungicidas FUSÃO EC e SUGOY. Esses produtos são projetados para combater pragas e doenças de forma eficaz, garantindo a proteção das lavouras e, consequentemente, a rentabilidade do agricultor.

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O YAMATO SC, por exemplo, é um herbicida de alta seletividade que combate plantas daninhas no trigo, como o azevém. O SONDA HT, ideal para o milho, controla plantas como o Amendoim-bravo e o Picão-preto, além de ser eficaz sem necessidade de adição de óleo. No controle de pragas, o ZEUS atua contra a Cigarrinha-do-milho e o Percevejo barriga-verde nas culturas de milho e trigo, enquanto o TERMINUS oferece um controle ainda mais robusto, com um efeito residual prolongado.

A busca por alta produtividade e rentabilidade

A IHARA também abordará os desafios e oportunidades no cultivo de milho 2ª safra (safrinha) e trigo. Com uma previsão de crescimento de 4,1% na produção de milho para 2025, que deverá atingir 95,5 milhões de toneladas, e de 4,8% no trigo, a empresa enfatiza a importância de um manejo eficiente para alcançar altos índices de produtividade.

O uso de herbicidas pré-emergentes, como o YAMATO SC e SONDA HT, é essencial para o controle de plantas daninhas resistentes, garantindo a qualidade e a rentabilidade das safras. A adoção de práticas sustentáveis e tecnologias avançadas se traduz em mais produtividade, impactando positivamente a economia agrícola.

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Palestras e discussões técnicas no estande da IHARA

Além das inovações em defensivos agrícolas, a IHARA promoverá palestras e discussões sobre os desafios do manejo fitossanitário, com especialistas renomados do setor. Entre os palestrantes estão Maurício P. Batistella Pasini (Intagro), Carlos Forcelini (Agro Tecno Research), Cristiano Piasecki (ATSI), Marco Antônio dos Santos (Rural Clima), Flavio Martins (Biotrigo) e Giovani Facco (Biotrigo). Os especialistas abordarão temas relevantes como controle de pragas e doenças na soja, manejo de plantas daninhas no trigo e previsões climáticas para as safras de verão e inverno.

A IHARA também promoverá um talk show, conduzido pela jornalista especializada Kellen Severo, com a participação do presidente da Cotrijal, Nei César Manica, para discutir as perspectivas do setor e os desafios enfrentados pelos agricultores.

A participação da IHARA na Expodireto Cotrijal 2025 reflete seu compromisso com a inovação, a sustentabilidade e a rentabilidade do produtor rural brasileiro, reafirmando sua liderança no mercado de defensivos agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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