AGRONEGÓCIO
IHARA lança tecnologia inédita no Brasil para manejo eficiente de plantas daninhas resistentes na cultura do milho
Publicado em
20 de novembro de 2023por
Da RedaçãoA produção brasileira do milho é a terceira maior do mundo, representando 11% do mercado, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (32%) e da China (23%). Para a safra 2023/2024, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estima-se uma área total a ser cultivada de 21,1 milhões de hectares, com produção prevista de 119,1 milhões de toneladas. Entretanto, as condições climáticas no Brasil e a resistência de plantas daninhas aos herbicidas existentes no mercado à base de ativos como Glifosato e Atrazina têm se tornado um desafio para os produtores do grão, afetando diretamente a oferta e a demanda.
Em busca por soluções inovadoras que contribuam para que os agricultores brasileiros produzam cada vez mais, a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, anuncia o lançamento de uma tecnologia que promete muito mais proteção e produtividade à cultura do milho. A empresa lança o herbicida pós-emergente APICE, com eficácia comprovada no controle do Capim-pé-de-galinha, Capim Amargoso e Soja Tiguera, plantas daninhas que já apresentam resistência a diversos herbicidas amplamente utilizados na cultura.
Segundo o agrônomo e gerente de Produtos Herbicidas da IHARA, Frederico Mendes, trata-se de uma inovação que vem para contribuir com a produtividade dos agricultores, que enfrentam desafios cada vez maiores no controle de plantas invasoras neste cultivo. “A tecnologia presente na composição do produto é inédita e exclusiva, o que o torna inovador e eficaz. Essa solução tem como diferencial o amplo espectro de controle de gramíneas e folhas largas, incluindo plantas daninhas de difícil controle como capim-pé-de-galinha e amargoso. Nos últimos anos, os trabalhos de pesquisa comprovaram a melhor performance de APICE frente aos concorrentes nestes alvos que, além do alto nível de controle, poderão contar com a seletividade do produto à cultura, minimizando impactos da sua ação sobre o desenvolvimento das plantas cultivadas”, afirma o especialista. Os resultados desses ensaios podem ser observados nos gráficos abaixo:
Média de seis ensaios da safra 2023 para controle em % de Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)

Média de cinco ensaios da safra 2023 para controle em % de Capim-amargoso (Digitaria insularis)

Outra vantagem ressaltada pelo agrônomo é a praticidade do produto ao dispensar o manuseio e a manipulação para mistura, pois a sua formulação já vem pronta, otimizando o tempo de processos e minimizando qualquer possibilidade de erro na operação. Além disso, é possível reduzir os custos logísticos, de armazenamento e de retorno de embalagens. “Nosso foco está na pesquisa e no desenvolvimento de novas soluções para a proteção de cultivos com tecnologias sustentáveis, produtivamente eficientes e ambientalmente seguras. Trabalhamos no desenvolvimento de moléculas cada vez mais modernas, com formulações mais robustas, com doses menores de aplicação e, consequentemente, com menos impacto ambiental”, enfatiza Frederico.
Perdas em produtividade e importância do controle da matocompetição
O milho é uma cultura extremamente responsiva ao manejo. Entretanto, infestações de plantas daninhas podem causar prejuízos significativos, podendo ocorrer perdas na produção superiores a 80% dependendo da densidade populacional, estágio que infesta a cultura e demais características ambientais. Por este motivo, o manejo e o controle eficiente dessas plantas são indispensáveis. É muito importante conhecer cada uma delas e saber como manejá-las para garantir que o potencial produtivo da lavoura seja alcançado.
O Capim-pé-de-galinha, por exemplo, tem a capacidade de produzir mais de 120 mil sementes por planta, facilmente disseminadas pelo vento. Já o Capim Amargoso é uma das plantas mais comuns e preocupantes que infestam a cultura do milho, capaz de produzir mais de 100 mil sementes. Outra planta daninha que rouba produtividade e precisa de atenção é a Soja Tiguera, que para a densidade populacional de quatro plantas de soja por metro quadrado, são observadas reduções na ordem de 14% na produtividade do milho.
Segundo o engenheiro agrônomo da IHARA, para evitar as perdas pela matocompetição e para garantir que não haja seleção de resistência para novos herbicidas ou disseminação de populações resistentes para novas áreas, é fundamental o uso de herbicidas pré-emergentes como ferramenta no manejo. “Para não perder produtividade, precisamos considerar o sistema de cultivo como, por exemplo, soja e milho. O agricultor deve avaliar o histórico de infestação da área e se há problemas de invasoras resistentes. Esses pontos são extremamente importantes, pois indicam o tamanho das perdas que a matocompetição pode causar a cultura. Para melhor efetividade no controle, o agricultor deve sempre preferir pela adoção de um bom manejo com a associação de herbicidas pré e pós-emergentes, utilizando soluções como YAMATO e APICE da IHARA, considerados de alta performance, a fim de evitar a matocompetição e a entrega de áreas limpas para o cultivo posterior, diminuindo os custos operacionais e aumentando a rentabilidade”, finaliza o gerente de Produtos Herbicidas da IHARA.
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| Lavoura no limpo após aplicação do Apice | Testemunha |
Fonte: IHARA
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Déficit de armazenagem de grãos no Brasil exige R$ 148 bilhões em investimentos e acende alerta logístico para safra 2025/26
Published
25 minutos agoon
5 de maio de 2026By
Da Redação
O Brasil precisará investir cerca de R$ 148 bilhões para zerar o déficit de armazenagem de grãos na safra 2025/26, segundo estimativa da Kepler Weber, referência na América Latina em soluções de pós-colheita. O gargalo estrutural ameaça a eficiência logística do agronegócio e amplia os custos ao longo de toda a cadeia produtiva.
De acordo com dados da consultoria Cogo Inteligência de Mercado, a produção brasileira deve alcançar 357 milhões de toneladas de grãos na temporada 2025/26. No entanto, a capacidade estática de armazenagem no país está estimada em apenas 223 milhões de toneladas, gerando um déficit expressivo de aproximadamente 135 milhões de toneladas.
Gargalo histórico impacta competitividade
O CEO da Kepler Weber, Bernardo Nogueira, destaca que o problema é estrutural e já se tornou um dos principais entraves do agronegócio brasileiro.
Segundo ele, o volume que o país não consegue armazenar se aproxima da produção total de grãos da Argentina, evidenciando a dimensão do desafio. Apesar da alta eficiência produtiva dentro das propriedades rurais, o déficit no pós-colheita reduz a competitividade e gera perdas financeiras relevantes.
Crescimento da produção supera expansão da armazenagem
Outro ponto crítico é o descompasso entre o avanço da produção e a expansão da infraestrutura. Enquanto a capacidade estática cresce cerca de 2,4% ao ano, a produção de grãos avança em ritmo superior, na casa de 4,4% ao ano.
Esse cenário agrava o déficit ao longo do tempo, principalmente em regiões estratégicas como o Mato Grosso, maior produtor de grãos do país e que concentra o maior número de unidades armazenadoras.
Armazenagem nas fazendas ainda é limitada
O levantamento também aponta a baixa participação das estruturas dentro das propriedades rurais. Atualmente, apenas 16% da capacidade de armazenagem brasileira está localizada nas fazendas, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Em comparação, nos Estados Unidos esse percentual chega a cerca de 65%, o que garante maior autonomia ao produtor, melhora a gestão da comercialização e reduz a pressão sobre a logística.
Custos logísticos aumentam e pressionam o sistema
A falta de armazenagem adequada faz com que alternativas improvisadas sejam adotadas, como o uso de caminhões e estruturas temporárias. Na prática, isso transforma o transporte em extensão da armazenagem, elevando custos com frete, pressionando portos e comprometendo a eficiência operacional.
Especialistas alertam que, sem um avanço consistente nos investimentos em infraestrutura de armazenagem — especialmente dentro das propriedades — o Brasil continuará enfrentando perdas, gargalos logísticos e redução de competitividade no mercado global de grãos.
Perspectiva para o setor
O cenário reforça a necessidade de políticas públicas, crédito direcionado e maior participação da iniciativa privada para ampliar a capacidade estática no país. A modernização do sistema de armazenagem é vista como etapa fundamental para sustentar o crescimento da produção agrícola brasileira nos próximos anos e garantir maior rentabilidade ao produtor rural.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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