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IHARA lança tecnologia inédita no Brasil para manejo eficiente de plantas daninhas resistentes na cultura do milho

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A produção brasileira do milho é a terceira maior do mundo, representando 11% do mercado, ficando atrás apenas dos Estados Unidos (32%) e da China (23%). Para a safra 2023/2024, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estima-se uma área total a ser cultivada de 21,1 milhões de hectares, com produção prevista de 119,1 milhões de toneladas. Entretanto, as condições climáticas no Brasil e a resistência de plantas daninhas aos herbicidas existentes no mercado à base de ativos como Glifosato e Atrazina têm se tornado um desafio para os produtores do grão, afetando diretamente a oferta e a demanda.

Em busca por soluções inovadoras que contribuam para que os agricultores brasileiros produzam cada vez mais, a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, anuncia o lançamento de uma tecnologia que promete muito mais proteção e produtividade à cultura do milho. A empresa lança o herbicida pós-emergente APICE, com eficácia comprovada no controle do Capim-pé-de-galinha, Capim Amargoso e Soja Tiguera, plantas daninhas que já apresentam resistência a diversos herbicidas amplamente utilizados na cultura.

Segundo o agrônomo e gerente de Produtos Herbicidas da IHARA, Frederico Mendes, trata-se de uma inovação que vem para contribuir com a produtividade dos agricultores, que enfrentam desafios cada vez maiores no controle de plantas invasoras neste cultivo. “A tecnologia presente na composição do produto é inédita e exclusiva, o que o torna inovador e eficaz. Essa solução tem como diferencial o amplo espectro de controle de gramíneas e folhas largas, incluindo plantas daninhas de difícil controle como capim-pé-de-galinha e amargoso. Nos últimos anos, os trabalhos de pesquisa comprovaram a melhor performance de APICE frente aos concorrentes nestes alvos que, além do alto nível de controle, poderão contar com a seletividade do produto à cultura, minimizando impactos da sua ação sobre o desenvolvimento das plantas cultivadas”, afirma o especialista. Os resultados desses ensaios podem ser observados nos gráficos abaixo:

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Média de seis ensaios da safra 2023 para controle em % de Capim-pé-de-galinha (Eleusine indica)

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Média de cinco ensaios da safra 2023 para controle em % de Capim-amargoso (Digitaria insularis)

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Outra vantagem ressaltada pelo agrônomo é a praticidade do produto ao dispensar o manuseio e a manipulação para mistura, pois a sua formulação já vem pronta, otimizando o tempo de processos e minimizando qualquer possibilidade de erro na operação. Além disso, é possível reduzir os custos logísticos, de armazenamento e de retorno de embalagens. “Nosso foco está na pesquisa e no desenvolvimento de novas soluções para a proteção de cultivos com tecnologias sustentáveis, produtivamente eficientes e ambientalmente seguras. Trabalhamos no desenvolvimento de moléculas cada vez mais modernas, com formulações mais robustas, com doses menores de aplicação e, consequentemente, com menos impacto ambiental”, enfatiza Frederico.

Perdas em produtividade e importância do controle da matocompetição

O milho é uma cultura extremamente responsiva ao manejo. Entretanto, infestações de plantas daninhas podem causar prejuízos significativos, podendo ocorrer perdas na produção superiores a 80% dependendo da densidade populacional, estágio que infesta a cultura e demais características ambientais. Por este motivo, o manejo e o controle eficiente dessas plantas são indispensáveis. É muito importante conhecer cada uma delas e saber como manejá-las para garantir que o potencial produtivo da lavoura seja alcançado.

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O Capim-pé-de-galinha, por exemplo, tem a capacidade de produzir mais de 120 mil sementes por planta, facilmente disseminadas pelo vento. Já o Capim Amargoso é uma das plantas mais comuns e preocupantes que infestam a cultura do milho, capaz de produzir mais de 100 mil sementes. Outra planta daninha que rouba produtividade e precisa de atenção é a Soja Tiguera, que para a densidade populacional de quatro plantas de soja por metro quadrado, são observadas reduções na ordem de 14% na produtividade do milho.

Segundo o engenheiro agrônomo da IHARA, para evitar as perdas pela matocompetição e para garantir que não haja seleção de resistência para novos herbicidas ou disseminação de populações resistentes para novas áreas, é fundamental o uso de herbicidas pré-emergentes como ferramenta no manejo. “Para não perder produtividade, precisamos considerar o sistema de cultivo como, por exemplo, soja e milho. O agricultor deve avaliar o histórico de infestação da área e se há problemas de invasoras resistentes. Esses pontos são extremamente importantes, pois indicam o tamanho das perdas que a matocompetição pode causar a cultura. Para melhor efetividade no controle, o agricultor deve sempre preferir pela adoção de um bom manejo com a associação de herbicidas pré e pós-emergentes, utilizando soluções como YAMATO e APICE da IHARA, considerados de alta performance, a fim de evitar a matocompetição e a entrega de áreas limpas para o cultivo posterior, diminuindo os custos operacionais e aumentando a rentabilidade”, finaliza o gerente de Produtos Herbicidas da IHARA.

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Lavoura no limpo após aplicação do Apice Testemunha

Fonte: IHARA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá promove caminhada e reforça ações de combate à violência contra a pessoa idosa

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Como parte da programação do Junho Violeta, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a pessoa idosa, a Prefeitura de Cuiabá realizou uma caminhada no Parque Tia Nair, neste sábado (27), com participantes do Centro de

Convivência de Idosos (CCI) Aidê Pereira.
A mobilização reuniu idosos, familiares e servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, com o objetivo de ampliar o debate sobre os direitos da população idosa e incentivar a denúncia de situações de violência.

A ação integra um conjunto de atividades desenvolvidas ao longo do mês pela pasta, que inclui palestras, rodas de conversa e orientações sobre os diferentes tipos de violência praticados contra idosos, como a psicológica, patrimonial, física e negligência.

O trabalho é realizado em parceria com instituições como o Ministério Público, a Polícia Civil e a Defensoria Pública.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que o trabalho da Prefeitura busca informar os idosos sobre seus direitos e fortalecer a rede de proteção.

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“Atuamos de forma integrada para levar informação e conscientização aos idosos. Muitas vezes, a violência acontece de forma silenciosa, e conhecer os direitos é o primeiro passo para romper esse ciclo”, disse.

Além da caminhada, os participantes realizaram um alongamento coletivo e um piquenique no parque, fortalecendo o convívio social entre os frequentadores do centro.

A gerente do CCI Aidê Pereira, Evânia Alves Tito, explicou que a caminhada foi organizada para levar a campanha também aos espaços públicos e ampliar o alcance da conscientização.

“Escolhemos um local de grande circulação para chamar a atenção da população sobre a importância de respeitar os direitos da pessoa idosa. É uma conscientização voltada aos idosos, às famílias e à sociedade”, contou.

Frequentadora do CCI há cerca de 25 anos, Leny Setubal Teixeira participou da mobilização ao lado das irmãs e afirmou que as atividades desenvolvidas pelo centro contribuíram para sua qualidade de vida e integração social.

“Participamos de tudo: dança, coral, caminhadas. O centro mudou nossa rotina, fez novas amizades e nos mantém ativos. É um lugar que faz diferença na vida dos idosos”, pontuou.

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A Prefeitura de Cuiabá mantém Centros de Convivência de Idosos em diferentes regiões da capital, oferecendo atividades culturais, esportivas, educativas e de fortalecimento de vínculos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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