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Ryan Reynolds e Hugh Jackman vêm ao Brasil para promover filme

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Ryan Reynolds e Hugh Jackman vêm ao Brasil para promover filme
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Ryan Reynolds e Hugh Jackman vêm ao Brasil para promover filme

Os atores Ryan Reynolds e Hugh Jackman vão desembarcar no Brasil para promover o próximo lançamento do Marvel Studios, o aguardado Deadpool & Wolverine . A dupla visitará o Rio de Janeiro em breve, acompanhada do diretor Shawn Levy e de Emma Corrin, que interpreta a vilã Cassandra Nova no longa.

Por enquanto, o estúdio não revelou a data que o quarteto estará em terras brasileiras. Contudo, como a turnê de promoção do filme já começou – Reynolds, Jackman e Levy já passaram por Xangai e Seul nesta semana -, a expectativa é que a visita ao País ocorra nas próximas semanas.

O anúncio da vinda do elenco ao Brasil inflama ainda mais as expectativas dos fãs do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, em inglês), que já estão animados com o retorno de Hugh Jackman ao papel de Wolverine – herói que interpretou durante anos na franquia X-Men até o derradeiro Logan , de 2017. Mais do que isso, existe ainda uma curiosidade para entender como o Deadpool se comportará agora na Disney. Afinal, este é o primeiro filme do Mercenário Tagarela desde a aquisição da Fox pelo estúdio do Mickey, e há quem tema que o personagem possa perder parte da sua irreverência.

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Nem só os fãs têm expectativas para o lançamento. Vinda de uma fase de altos e baixos, a Marvel precisa de um título para recuperar a confiança do público, e Deadpool & Wolverine promete desempenhar justamente este papel. De acordo com o Deadline, estima-se que o filme fará aproximadamente US$ 160 milhões na sua bilheteria de estreia no mercado norte-americano. Este resultado superaria o recorde estabelecido pelo primeiro Deadpool que, com uma arrecadação de US$ 132,4 milhões, detém o título de maior bilheteria de estreia para um filme com classificação indicativa para maiores.

Sobre o que é ‘Deadpool & Wolverine’?

Uma sinopse oficial para Deadpool & Wolverine não foi revelada, mas os trailers dão uma prévia de como os dois personagens vão se encontrar. Ao que tudo indica, o mercenário será convocado para uma missão especial pela AVT, instituição apresentada na série Loki , que zela pela continuidade das linhas do tempo do universo Marvel. Wolverine entra em cena a contragosto, como um aliado relutante, traumatizado por um fracasso pessoal. Juntos terão que encarar a vilã Cassandra Nova, personagem inédita e bastante poderosa, capaz de neutralizar os ataques dos protagonistas.

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A combinação entre anti-herói e herói parece servir de pretexto para que o MCU rememore as produções da era Fox com o bom humor e a ironia que são característicos dos filmes do Deadpool.

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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