AGRONEGÓCIO

IHARA apresenta tecnologias inovadoras para aumentar produtividade no campo durante a Coopercitrus Expo 2025

Publicado em

Desafios crescentes impulsionam busca por soluções sustentáveis

Diante das mudanças climáticas e da crescente pressão de pragas, doenças e plantas daninhas, os produtores brasileiros têm buscado alternativas mais eficientes e sustentáveis para proteger suas lavouras de cana, soja, café e citros. Com foco nesse cenário, a IHARA, referência em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para proteção de cultivos, participa da Coopercitrus Expo 2025, que acontece entre os dias 21 e 25 de julho, em Bebedouro (SP). No evento, a empresa apresenta um portfólio completo para manejo integrado, que alia inovação tecnológica a resultados comprovados no campo.

Estratégia da IHARA na Coopercitrus Expo

Para o gerente de Marketing Regional da IHARA, Marcos Vilhena, a participação na Coopercitrus Expo é uma oportunidade estratégica para fortalecer o relacionamento com os produtores rurais e apresentar os diferenciais das soluções da empresa. “Nosso compromisso vai além da entrega de produtos. Queremos apoiar decisões mais assertivas no campo, oferecendo tecnologias desenvolvidas especialmente para as condições tropicais, que combinam eficiência, sustentabilidade e competitividade para o agricultor brasileiro”, destaca Vilhena.

Soluções integradas para manejo eficiente em diferentes culturas

A IHARA investe continuamente no avanço do manejo integrado de pragas, doenças e plantas daninhas, fornecendo tecnologias que elevam a produtividade e asseguram a sustentabilidade no campo.

Leia Também:  MBRF e Governo do Paraná investem R$ 375 milhões para impulsionar produção de alimentos
Controle de plantas daninhas em canaviais com YAMATO SC

O herbicida YAMATO SC é destaque por sua ação pré-emergente seletiva, oferecendo flexibilidade na aplicação e controle de diversas espécies resistentes sem prejudicar a cultura. Com efeito prolongado, mantém os canaviais limpos por mais tempo, garantindo ganhos expressivos de produtividade. Além da cana, o produto possui registro para uso em café, soja, milho e outras culturas, protegendo-as de importantes plantas daninhas como pé de galinha, capim-colonião, capim-braquiária, entre outras.

Controle de pragas com ZEUS e MAXSAN

Na linha de inseticidas, a IHARA oferece o ZEUS, reconhecido pelo controle eficaz do Sphenophorus levis, protegendo a planta da raiz à parte aérea em diferentes condições de umidade. Na soja, o ZEUS é eficiente contra percevejos marrom e barriga-verde. Já o MAXSAN se destaca no combate à cigarrinha-da-cana, sendo a única solução que atua em todas as fases da praga, com efeito ovicida e de choque sobre ninfas e adultos, promovendo controle duradouro e reduzindo a população para ciclos futuros. O MAXSAN também é indicado para controle do bicho-mineiro no café.

RIPER: maturador que potencializa o acúmulo de açúcar na cana

O maturador RIPER possui tecnologia exclusiva que transforma o crescimento vegetativo da cana em maior acúmulo de açúcar. Com aplicação flexível em qualquer fase da cultura e carência reduzida de apenas 14 dias, o produto facilita o planejamento da colheita e aumenta a tonelada de açúcar por hectare (TAH).

Leia Também:  Reforma Tributária transforma regras da importação e exige nova gestão de custos nas empresas
Fungicida FUSÃO EC para soja e café

O fungicida FUSÃO EC traz uma formulação inovadora com dois ativos centrais de alta sistemicidade, proporcionando absorção e translocação rápidas, além de ação duradoura contra doenças como a ferrugem asiática na soja e a ferrugem do café, oferecendo segurança no manejo dessas culturas.

Tecnologias para o citricultor

Os citricultores também terão acesso ao portfólio da IHARA, com soluções que contribuem para otimizar a produtividade e a sustentabilidade das lavouras, especialmente em um contexto de desafios climáticos e aumento de pragas e doenças nas últimas safras.

60 anos de inovação e compromisso com o agricultor brasileiro

Com seis décadas de atuação no Brasil, a IHARA conecta tecnologias japonesas desenvolvidas por seus acionistas — líderes globais no desenvolvimento de moléculas — aos desafios do agricultor nacional. “Investimos fortemente em pesquisa e desenvolvimento para trazer tecnologias cada vez mais eficientes, sustentáveis e alinhadas às demandas do campo. Nossa presença na Coopercitrus Expo 2025 reafirma o compromisso com a evolução do manejo na agricultura brasileira”, conclui Marcos Vilhena.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Crédito para silos terá juros de 8% em país com gargalo crescente

Published

on

Produtores e cooperativas que pretendem construir, ampliar ou modernizar armazéns já conhecem as condições do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para o ano agrícola 2026/27. O crédito, porém, ainda não pode ser contratado: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informa que a data de abertura dos pedidos será comunicada posteriormente às instituições financeiras.

Projetos de armazenagem de grãos com capacidade de até 12 mil toneladas terão taxa prefixada de até 8% ao ano. Nos demais empreendimentos enquadrados no programa, os juros poderão chegar a 9,5% ao ano.

O limite é de R$ 50 milhões por produtor e por ano agrícola para armazenagem de grãos. Para cooperativas de produção, o teto sobe para R$ 200 milhões. Nos projetos destinados a outros produtos financiáveis, o máximo é de R$ 25 milhões. A participação do BNDES pode alcançar 100% dos itens aprovados.

O prazo de pagamento será de até dez anos, com carência máxima de dois anos. As garantias serão negociadas entre o interessado e a instituição financeira credenciada. O programa ficará vigente até 30 de junho de 2027.

Além dos grãos, o PCA permite financiar armazéns e câmaras frias destinados a frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras, açúcar e determinados derivados. Também podem ser apoiadas reformas, ampliações e modernizações, desde que os equipamentos atendam aos critérios estabelecidos pelo banco.

As novas condições são divulgadas em um momento de pressão crescente sobre a infraestrutura. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira de grãos da safra 2025/26 em 360,8 milhões de toneladas. Já a capacidade útil de armazenagem alcançou 233,8 milhões de toneladas no segundo semestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Leia Também:  “Pensar Agro” transmite ao vivo direto da 78ª Semana da Engenharia e da Agronomia em Gramado

A diferença entre os dois números, contudo, não representa automaticamente o déficit nacional. A produção ocorre ao longo de diferentes safras, e uma mesma estrutura pode receber e expedir mais de um lote durante o ano. Parte dos grãos também segue diretamente para indústrias, portos e consumidores. Ainda assim, a distância entre o crescimento das colheitas e a expansão dos armazéns revela um gargalo estrutural.

Entre 2010 e 2025, a capacidade estática brasileira cresceu, em média, 2,8% ao ano, enquanto a produção avançou 5% ao ano, segundo levantamento do Observatório Nacional de Transporte e Logística, ligado à Infra S.A. Com base na produção de 2023/24, o estudo calculou um déficit potencial de 88,5 milhões de toneladas.

A situação varia fortemente entre as regiões. Naquele levantamento, o Sudeste apresentava capacidade equivalente a 126,8% da produção regional, beneficiado principalmente pela estrutura existente em São Paulo. O Sul atingia 88,2%. No Centro-Oeste, principal região produtora do país, a proporção caía para 57,9%. Nordeste e Norte apresentavam os menores índices, de 54,2% e 45%, respectivamente.

Leia Também:  Transformações no varejo agrícola brasileiro e seus impactos no mercado de fertilizantes

Mato Grosso mostra com clareza essa contradição. O Estado possui a maior capacidade instalada do Brasil, com 64,2 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do IBGE. Mesmo assim, por liderar a produção nacional de soja e milho, apresentou no estudo da Infra S.A. a maior necessidade absoluta de armazenagem, estimada em aproximadamente 40,9 milhões de toneladas.

Goiás aparecia com carência próxima de 13 milhões de toneladas. Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí também estavam entre os pontos de maior pressão, refletindo o crescimento da produção em áreas nas quais a infraestrutura não avançou na mesma velocidade. No Sul, apesar da situação comparativamente melhor, Paraná e Rio Grande do Sul ainda registravam insuficiência de capacidade.

Para o produtor, o silo próprio pode reduzir a dependência de armazéns de terceiros, evitar filas durante a colheita e permitir que a venda seja feita em um momento mais favorável. A estrutura também pode diminuir gastos com transporte emergencial e perdas de qualidade.

A decisão exige, porém, um cálculo que vá além da taxa de juros. Construção, secagem, energia, manutenção, seguro, mão de obra, licenciamento e capacidade de utilização ao longo do ano interferem no retorno do investimento. Com as condições já divulgadas, o próximo passo será a abertura efetiva das contratações pelo BNDES.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA